- George Washington de Oliveira Sousa foi preso em 9 de outubro de 2023, no Guará, após um mandado do Supremo Tribunal Federal (STF).
- Ele estava foragido desde junho e é acusado de novos crimes relacionados aos ataques golpistas de 8 de janeiro.
- Sousa já cumpria pena de nove anos e quatro meses por tentativa de atentado no Aeroporto de Brasília.
- A Polícia Federal o deteve em um apartamento, com base em investigações da Procuradoria-Geral da República (PGR).
- As investigações atuais buscam identificar suas conexões políticas e possíveis cúmplices nos atos violentos.
George Washington de Oliveira Sousa, condenado por tentativa de atentado no Aeroporto de Brasília, foi preso na noite de 9 de outubro de 2023, no Guará, após um mandado do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele estava foragido desde junho e é alvo de novas acusações ligadas aos ataques golpistas de 8 de janeiro.
Sousa, que já cumpria pena de nove anos e quatro meses por expor a vida de outras pessoas a perigo, foi detido pela Polícia Federal em um apartamento. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, havia determinado sua prisão com base em investigações da Procuradoria-Geral da República (PGR), que o acusam de crimes como golpe de Estado e atentado à segurança de transporte aéreo.
As novas investigações revelam que Sousa pode ter ligações com os atos violentos de 8 de janeiro, quando manifestantes invadiram prédios públicos em Brasília. A PGR identificou conexões entre seus planos e os ataques, o que agrava sua situação legal. A Polícia Federal continua a investigar suas atividades e possíveis cúmplices.
Em dezembro de 2022, Sousa foi preso após tentar detonar um artefato explosivo em um caminhão-tanque próximo ao aeroporto. O plano foi frustrado quando um funcionário do aeroporto alertou as autoridades sobre um objeto suspeito. Sousa confessou ter investido R$ 170 mil em armas para realizar o atentado.
O caso de Sousa destaca a preocupação das autoridades com a segurança pública e a proteção das instituições democráticas no Brasil. As investigações em andamento podem revelar mais detalhes sobre sua rede de apoio e os planos de ataque.
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