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Bolsonaro não comparece ao STF e justifica ausência por problemas de saúde

Bolsonaro não comparece ao julgamento no STF por problemas de saúde e acompanhará a sessão de casa, enquanto sua defesa contesta as acusações

Ex-presidente Jair Bolsonaro foi ordenado à prisão domiciliar por descumprir medidas cautelares do STF (Foto: Reprodução)
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  • Jair Bolsonaro não comparecerá ao julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira, 10 de outubro, devido a problemas de saúde, como crises de soluço e refluxo.
  • O ex-presidente está sob prisão domiciliar desde agosto de 2023, após descumprir medidas cautelares em um inquérito sobre tentativas de golpe e ataques ao STF.
  • Ele acompanhará a sessão de casa, enquanto sua defesa argumenta que as acusações são frágeis e carecem de provas robustas.
  • O julgamento será conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, com a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentando suas provas durante duas horas.
  • A defesa de Bolsonaro, representada pelos advogados Celso Vilardi e Paulo Cunha Bueno, está preparada para responder às alegações da PGR, mesmo com a ausência do ex-presidente.

Jair Bolsonaro não comparecerá ao julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que começa nesta terça-feira, 10 de outubro, devido a problemas de saúde. O ex-presidente, que está sob prisão domiciliar desde agosto de 2023, decidiu acompanhar a sessão de casa, onde enfrenta crises de soluço e refluxo, conforme informado por sua defesa.

A sessão será conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes, que iniciará com a leitura do relatório sobre as acusações de tentativas de golpe e ataques ao STF. A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentará suas provas durante duas horas, seguidas pela defesa de Mauro Cid, que terá uma hora para argumentar a favor da absolvição do delator. Os outros réus também terão tempo para se defender.

A defesa de Bolsonaro, representada pelos advogados Celso Vilardi e Paulo Cunha Bueno, argumenta que as acusações são frágeis e carecem de provas robustas. Durante a primeira sessão, os advogados destacaram a improcedência das denúncias e a possibilidade de levar o caso ao pleno do STF, se necessário. Apesar da ausência, a equipe jurídica está preparada para responder às alegações da PGR.

Desde o início do processo, a expectativa é de que o julgamento se estenda até 12 de setembro, envolvendo outros sete réus e crimes como organização criminosa armada. A situação de saúde de Bolsonaro, que inclui esofagite, foi considerada por médicos e familiares como um fator decisivo para sua não participação presencial nas sessões.

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