- Um escândalo na Itália revelou um grupo no Facebook que compartilhava fotos de mulheres sem consentimento.
- A eurodeputada Alessandra Moretti denunciou o fórum “Phica.net”, onde suas fotos íntimas foram postadas sem autorização desde 2014.
- Moretti afirmou que descobriu ser uma das vítimas do site, que existe desde 2005 e publica imagens de mulheres em situações íntimas.
- Após a denúncia, surgiram pedidos por um debate parlamentar para discutir medidas que protejam a privacidade das mulheres.
- A indignação pública levou ao encerramento do grupo “Mia Moglie” no Facebook e a um clamor por mudanças legislativas para responsabilizar os autores dessas violações.
Após um recente escândalo na Itália envolvendo um grupo no Facebook que compartilhava fotos de mulheres sem consentimento, novas revelações surgiram sobre o fórum “Phica.net”. Este site, denunciado pela eurodeputada Alessandra Moretti, expôs a vulnerabilidade de muitas mulheres, incluindo políticas, que tiveram suas imagens íntimas divulgadas sem autorização.
Moretti, em um vídeo publicado no Instagram, relatou que descobriu ser uma das vítimas do fórum, onde suas fotos foram postadas desde 2014. “Recentemente descobri que também era vítima de um site pornográfico frequentado por milhares de homens”, afirmou a política, gerando uma onda de solidariedade entre outras mulheres que também se manifestaram sobre suas experiências.
O fórum “Phica.net”, ativo desde 2005, é conhecido por compartilhar imagens de mulheres em situações íntimas, muitas vezes capturadas em praias ou em momentos de vulnerabilidade. Após a denúncia de Moretti, houve um clamor por um debate parlamentar para discutir medidas que coíbam esse tipo de prática, que fere a privacidade e a dignidade das mulheres.
A indignação pública e as ações rápidas das plataformas digitais, como o encerramento do grupo “Mia Moglie” no Facebook, mostram a crescente pressão para combater a disseminação de conteúdo não consensual. As políticas italianas estão se unindo para exigir mudanças legislativas que protejam as vítimas e responsabilizem os responsáveis por tais violações.
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