- Três pessoas foram presas em São Paulo neste sábado (26) por arremessarem pedras em ônibus.
- Um casal foi detido no centro da cidade após depredar dois coletivos na avenida do Estado, e um homem foi preso em Itaquera.
- Desde 12 de junho, a cidade enfrenta uma onda de vandalismo, com 561 ônibus apedrejados e 19 suspeitos detidos.
- Neste sábado, a SPTrans registrou nove ônibus atacados.
- A Polícia Militar intensificou o patrulhamento com a “Operação Impacto – Proteção a Coletivos”, e cerca de 200 agentes da Guarda Civil Metropolitana foram designados para reforçar a segurança.
Três pessoas foram presas neste sábado (26) em São Paulo por arremessarem pedras em ônibus. A Polícia Militar deteve um casal no centro da cidade, reconhecido por depredar dois coletivos na avenida do Estado, enquanto um homem foi preso em Itaquera após quebrar o vidro traseiro de um ônibus.
Desde o início da onda de vandalismo, em 12 de junho, 561 ônibus foram apedrejados na capital paulista, com 19 suspeitos detidos até agora. Os ataques também se estendem a cidades vizinhas e à Baixada Santista. Neste sábado, a SPTrans registrou nove ônibus atacados.
O casal detido no centro possui antecedentes criminais, e o caso foi registrado como dano e atentado contra a segurança de transporte. O homem preso em Itaquera foi levado ao 24º Distrito Policial. As ações criminosas têm sido monitoradas pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), que utiliza câmeras de videomonitoramento para identificar os suspeitos.
Ações de Segurança
Para conter a violência, a Polícia Militar intensificou o patrulhamento por meio da “Operação Impacto – Proteção a Coletivos”. Cerca de 200 agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) foram designados para reforçar a segurança dos ônibus, atuando dentro dos veículos e em locais com histórico de depredações.
A gestão Ricardo Nunes (MDB) informou que os guardas também darão apoio na saída das garagens e ao longo das linhas, embora os trajetos não sejam divulgados por questões estratégicas. A Secretaria de Segurança Pública continua investigando os delitos, com apoio de unidades regionais e da Divisão de Crimes Cibernéticos.
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