- A cidade de São Paulo registrou mais de 813 ônibus danificados devido a depredações.
- O prefeito Ricardo Nunes criticou a Polícia Civil pela lentidão nas investigações.
- A partir de 25 de agosto, 200 agentes da Guarda Civil Metropolitana serão destacados para a segurança dos ônibus.
- Um homem de 68 anos foi preso por confessar 17 ataques, alegando que seus atos visavam “consertar o Brasil”.
- Até o momento, 22 pessoas foram presas por envolvimento nas depredações, e as investigações continuam.
Após uma série de depredações que resultaram em mais de 813 ônibus danificados em São Paulo, a gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) anunciou um reforço na segurança dos coletivos. A partir de 25 de agosto, 200 agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) estarão presentes nos ônibus para coibir a violência.
A medida foi tomada após críticas de Nunes à Polícia Civil pela lentidão nas investigações. O prefeito solicitou ao vice-prefeito, coronel Mello Araújo, que coordenasse a presença de policiais nos ônibus, especialmente nas áreas mais afetadas, como a Zona Sul. Até agora, foram registrados 530 casos de depredação na capital, com o restante ocorrendo em cidades da Grande São Paulo e Baixada Santista.
Prisões e Investigações
Recentemente, a Polícia Civil prendeu um homem de 68 anos, identificado como Edson Aparecido Campolongo, que confessou ser responsável por 17 ataques na região. Ele alegou que seus atos visavam “consertar o Brasil”, mas as autoridades suspeitam que ele possa ter sido manipulado por outros. O secretário executivo de Segurança Pública, Osvaldo Nico, afirmou que a polícia não considera a declaração de Campolongo como totalmente verídica e que investigações sobre possíveis cúmplices estão em andamento.
Até o momento, 22 pessoas foram presas por envolvimento nas depredações. A Polícia Civil continua a busca por identificar outros responsáveis pelos ataques, que têm gerado preocupação entre os usuários do transporte público e autoridades locais.
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