- O deputado federal Hélio Lopes acampou em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília, no dia 27 de outubro.
- O protesto foi contra decisões judiciais desfavoráveis ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
- Hélio Lopes anunciou um “jejum de palavras” e cobriu a boca com fita adesiva, segurando uma Bíblia e a Constituição.
- Outros parlamentares, como Sóstenes Cavalcante e Coronel Chrisóstomo, apoiaram a manifestação, que visa a defesa da liberdade de expressão.
- A polícia do Distrito Federal tentou remover Hélio Lopes do local em três ocasiões, mas ele afirmou não representar risco à ordem pública.
O deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ) acampou nesta sexta-feira, 27 de outubro, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, em um protesto contra decisões judiciais desfavoráveis ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele anunciou um “jejum de palavras” nas redes sociais, expressando sua indignação com a repressão à liberdade de expressão.
Durante a manifestação, Hélio Lopes foi visto com a boca coberta por fita adesiva, segurando uma Bíblia e um exemplar da Constituição. Ele descreveu o ato como um “sinal de luto democrático” e um protesto pacífico contra o que considera um silêncio forçado sobre lideranças políticas no Brasil. O deputado também relatou que a polícia do Distrito Federal tentou removê-lo do local em três ocasiões, afirmando que não representa risco à ordem pública.
Apoio de Colegas
Outros parlamentares, como o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, e o deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO), manifestaram apoio à ação de Hélio Lopes. Chrisóstomo destacou que a manifestação é uma forma de protesto contra a impossibilidade de expressar opiniões sobre o que Bolsonaro comunica a seus apoiadores, ressaltando que isso não está de acordo com a Constituição.
Vídeos nas redes sociais mostram apoiadores de Hélio Lopes se reunindo ao seu redor, realizando louvores e demonstrando solidariedade. A situação reflete um clima de tensão entre os apoiadores de Bolsonaro e as decisões do STF, que têm gerado descontentamento e mobilizações em defesa da liberdade de expressão.
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