- O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, é réu em uma ação penal sobre uma suposta trama golpista.
- Durante depoimento ao Supremo Tribunal Federal, ele afirmou que apenas os governos de Dilma Rousseff e Jair Bolsonaro não aceitaram indicações políticas na PRF.
- Vasques destacou que essa autonomia foi fundamental para sua gestão, permitindo que escolhesse seus subordinados sem interferências.
- Ele defendeu a importância da independência na condução da PRF, especialmente em um momento crítico de investigação.
- A relação entre política e instituições de segurança pública continua sendo um tema sensível no Brasil.
O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, é réu em uma ação penal que investiga uma suposta trama golpista. Durante seu depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF), ele destacou que, em suas três décadas de serviço, apenas os governos de Dilma Rousseff e Jair Bolsonaro não aceitaram indicações políticas para cargos na PRF.
Vasques afirmou que, sob sua gestão, a autonomia foi um fator crucial. “Teve dois governos na história da PRF que não aceitavam nenhum cargo político. Foi o da Dilma e o do Bolsonaro. Se tivesse política, já era exonerado na hora”, declarou. Ele ressaltou que essa independência facilitou sua administração, pois não recebeu pedidos de indicações políticas, permitindo que ele escolhesse todos os seus subordinados.
Autonomia na PRF
O ex-diretor enfatizou que sua experiência na PRF foi marcada por uma gestão livre de interferências políticas, o que, segundo ele, contribuiu para a eficácia do trabalho realizado. Vasques, que enfrenta acusações graves, defendeu sua postura e a importância da autonomia na condução da PRF.
A declaração de Vasques ocorre em um momento crítico, onde a investigação sobre a trama golpista está em andamento. A relação entre política e instituições de segurança pública continua a ser um tema sensível no Brasil, especialmente em um cenário de polarização política.
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