- Dahud Hanid Ortiz, ex-fuzileiro naval dos EUA, foi libertado após cumprir pena por um triplo homicídio em Madrid.
- Ele retornou aos Estados Unidos como parte de um acordo entre o governo dos EUA e o regime de Nicolás Maduro.
- Ortiz, conhecido como “o triplo assassino de Usera”, foi condenado a 30 anos de prisão em 2024.
- O Departamento de Estado dos EUA não confirmou se ele cumprirá pena nos EUA ou se está em liberdade.
- A situação legal de Ortiz permanece incerta, enquanto as autoridades espanholas aguardam informações sobre seu futuro.
Dahud Hanid Ortiz, ex-fuzileiro naval dos EUA, foi libertado após cumprir pena por um triplo homicídio em Madrid e retornou aos Estados Unidos. Sua liberação ocorreu em meio a um acordo entre o governo dos EUA e o regime de Nicolás Maduro, levantando questões sobre sua situação legal.
Ortiz, conhecido como “o triplo assassino de Usera”, foi condenado a 30 anos de prisão em 2024, após ser preso em 2018 por um crime cometido em Madrid em 2016. Ele foi um dos dez cidadãos americanos que voltaram ao país, apresentados como “prisioneiros políticos” pelo governo venezuelano. A situação de Ortiz é complexa, pois não está claro se ele cumprirá pena nos EUA ou se está livre.
O Departamento de Estado dos EUA afirmou que a troca de prisioneiros permitiu a libertação de todos os americanos detidos na Venezuela, mas não forneceu detalhes sobre o caso de Ortiz. A falta de informações gerou incertezas sobre se ele será responsabilizado por seus crimes na Espanha.
O Crime e a Fuga
O crime que levou à condenação de Ortiz foi motivado por ciúmes. Ele atacou um advogado e duas funcionárias de um escritório em Madrid, usando uma faca e posteriormente incendiando o local. Após o crime, fugiu para a Venezuela, onde foi preso e condenado. A Espanha, que solicitou sua extradição, não pode intervir, pois o caso foi julgado na Venezuela.
Atualmente, a localização de Ortiz é desconhecida. O governo dos EUA não confirmou se ele está cumprindo pena ou se está em liberdade. A situação continua a ser monitorada, enquanto as autoridades espanholas aguardam respostas sobre o futuro legal do ex-fuzileiro naval.
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