- O deputado federal Eduardo Bolsonaro criticou a comitiva de senadores que viajará aos Estados Unidos entre os dias 29 e 31 de outubro.
- O grupo, que inclui ex-ministros do governo Jair Bolsonaro, busca negociar a revogação de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros.
- Eduardo afirmou que a iniciativa está “fadada ao fracasso” e que os senadores não representam o ex-presidente.
- A comitiva é composta por oito senadores, incluindo Tereza Cristina e Marcos Pontes, que defendem a importância das negociações.
- O governo brasileiro não negociará a anistia a Bolsonaro em troca da revogação das tarifas, e o recesso parlamentar nos EUA pode impactar a agenda da comitiva.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou a comitiva de senadores que viajará aos Estados Unidos entre os dias 29 e 31 de outubro. O grupo, que inclui ex-ministros do governo Jair Bolsonaro, busca negociar a revogação de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, impostas durante a presidência de Donald Trump.
Eduardo afirmou que a iniciativa está “fadada ao fracasso” e que os senadores não representam o ex-presidente. Em suas redes sociais, ele destacou que não há legitimidade em buscar diálogo sem que o Brasil tenha feito “gestos mínimos” para retomar suas liberdades fundamentais, como a liberdade de expressão.
A comitiva é composta por oito senadores, incluindo Tereza Cristina (PP-MS) e Marcos Pontes (PL-SP). A missão oficial do Senado visa discutir a taxação que afeta o agronegócio brasileiro. Apesar das críticas, Tereza Cristina defendeu a importância das negociações, enquanto Marcos Pontes reafirmou seu apoio a Jair Bolsonaro em um vídeo recente.
A pressão de Eduardo e de outros bolsonaristas, como o comentarista político Paulo Figueiredo, tem dificultado o agendamento de reuniões com autoridades americanas. Figueiredo classificou a comitiva como “traidores” e previu que a recepção em Washington será desdenhosa.
O governo brasileiro, por sua vez, reafirmou que não negociará a anistia a Bolsonaro em troca da revogação das tarifas. A situação se complica ainda mais com o início do recesso parlamentar nos EUA, o que pode impactar a agenda da comitiva.
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