- O deputado Eduardo Bolsonaro, do PL de São Paulo, afirmou que não haverá eleições legítimas no Brasil em 2024 sem ações corretivas.
- Em entrevista ao podcast Inteligência Ltda., ele criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e confirmou o bloqueio de suas contas bancárias e Pix.
- Eduardo mencionou que, se a situação continuar, as eleições serão um “teatro das tesouras”.
- Ele também se referiu ao tarifaço proposto por Donald Trump como um “remédio amargo” para restaurar a democracia no Brasil.
- O deputado desafiou a eficácia do bloqueio de suas contas e comentou sobre a relação entre Brasil e Estados Unidos, destacando a atenção do presidente americano ao país.
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) alertou que, sem ações corretivas, não haverá eleições legítimas no Brasil em 2024. Em entrevista ao podcast *Inteligência Ltda.*, na noite de segunda-feira, 21, ele criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e confirmou o bloqueio de suas contas bancárias e Pix, atribuindo a responsabilidade ao magistrado.
Eduardo afirmou que, se a situação atual persistir, o que ocorrerá será um “teatro das tesouras”, em vez de uma eleição verdadeira. Ele destacou que o PL é o partido com mais ações no STF, mencionando que vários membros enfrentam problemas legais. O deputado também se manifestou sobre o tarifaço proposto por Donald Trump, considerando-o um “remédio amargo” para restaurar a democracia no Brasil.
Críticas ao STF
Durante a entrevista, Eduardo reiterou que suas contas foram bloqueadas por Moraes, uma decisão que, segundo fontes, visa dificultar ações que possam ameaçar a soberania brasileira. O deputado desafiou a eficácia da medida, afirmando que quer ver o que encontrarão em suas contas. Essa ação ocorre em meio a investigações da Polícia Federal sobre tentativas de Eduardo e seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, de obter apoio internacional para a narrativa de perseguição judicial ao bolsonarismo.
Eduardo também comentou sobre a atenção que o presidente americano tem dado ao Brasil, considerando isso um motivo de celebração. Ele mencionou que a relação entre os dois países poderia se fortalecer, especialmente após eventos recentes envolvendo Trump e questões de segurança internacional.
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