- Aliados do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, buscam apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro para a candidatura do pastor Silas Malafaia ao Senado em 2026.
- Bolsonaro também considera o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, para a segunda vaga no Senado.
- A articulação é importante para Castro, que foi reeleito em 2022 com quase cinco milhões de votos.
- Durante uma visita a Brasília, Castro se reuniu com Flávio Bolsonaro e Valdemar Costa Neto, presidente do PL, para discutir o cenário eleitoral.
- A demissão de Washington Reis, ex-secretário dos Transportes, também foi abordada, com Castro optando por mantê-la para evitar retaliações.
Aliados do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, estão se mobilizando para convencer o ex-presidente Jair Bolsonaro a apoiar a candidatura do pastor Silas Malafaia ao Senado em 2026. Essa articulação surge em meio a discussões sobre a composição das candidaturas ao Senado, onde Bolsonaro também considera o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, para a segunda vaga.
A estratégia de Castro é reforçada pelo seu histórico político, tendo sido reeleito em 2022 com quase 5 milhões de votos. Durante uma visita a Brasília, o governador se reuniu com Flávio Bolsonaro e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, para discutir o cenário eleitoral. Castro argumenta que, se não for candidato, a segunda vaga pode ser ocupada pela deputada petista Benedita da Silva.
Articulações Políticas
A busca por apoio de Bolsonaro é crucial, especialmente considerando que o ex-presidente enfrenta desafios legais e busca consolidar uma base forte no Senado. A intenção de Bolsonaro é garantir aliados que possam apoiar a abertura de impeachments de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Nesse contexto, Sóstenes Cavalcante é visto como uma opção mais confiável para Bolsonaro do que Castro.
Além das articulações eleitorais, a conversa entre Castro e Flávio também abordou a demissão de Washington Reis, ex-secretário dos Transportes, que ocorreu enquanto Castro estava fora do país. A exoneração foi assinada pelo presidente da Assembleia, Rodrigo Bacellar, que assumiu interinamente o governo. Castro decidiu manter a demissão, temendo retaliações de deputados estaduais, o que gerou descontentamento em Flávio.
As movimentações políticas no Rio de Janeiro refletem um cenário de intensa competição e estratégias para garantir a influência no Senado nas próximas eleições.
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