- José Maria Marin, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), faleceu aos 93 anos em São Paulo, na madrugada de 20 de julho.
- Ele foi socorrido ao Hospital Sírio-Libanês, mas não resistiu a complicações de saúde.
- O velório ocorrerá entre 13h e 16h na Funeral Home, no bairro da Bela Vista.
- Marin teve uma carreira marcada por polêmicas, incluindo sua prisão em 2015 no escândalo Fifagate, onde foi acusado de receber $ 6,5 milhões em propinas.
- Ele também teve uma trajetória política, atuando como vereador, deputado estadual e vice-governador de São Paulo. A CBF lamentou sua morte, reconhecendo seu impacto no esporte e na política.
José Maria Marin, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), faleceu na madrugada deste domingo, 20 de julho, em São Paulo, aos 93 anos. O ex-dirigente, que estava em casa, foi socorrido ao Hospital Sírio-Libanês, mas não resistiu a complicações de saúde. O velório ocorrerá hoje, entre 13h e 16h, na Funeral Home, localizada no bairro da Bela Vista.
Marin teve uma trajetória marcada por polêmicas e escândalos, incluindo sua prisão em 2015 no contexto do Fifagate, um dos maiores casos de corrupção no futebol mundial. Ele foi acusado de receber 6,5 milhões de dólares em propinas relacionadas a contratos de marketing e direitos de transmissão. Após ser preso na Suíça, foi extraditado para os Estados Unidos, onde cumpriu parte de sua pena.
Durante sua gestão na CBF, de 2012 a 2015, Marin enfrentou desafios significativos, incluindo a organização da Copa do Mundo de 2014. Sua administração foi marcada por críticas e investigações que culminaram em sua detenção. Em 2020, ele foi libertado por questões de saúde e viveu recluso até sua morte.
Além de sua carreira no futebol, Marin teve uma trajetória política relevante, atuando como vereador, deputado estadual e vice-governador de São Paulo. Ele também foi governador interino entre 1982 e 1983. A CBF lamentou sua morte em nota oficial, reconhecendo seu impacto tanto no esporte quanto na política brasileira.
Marin deixa esposa, um filho e dois netos. Sua morte encerra uma era de controvérsias na administração do futebol brasileiro, refletindo a complexidade das interações entre esporte e política no país.
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