- O deputado federal Eduardo Bolsonaro defendeu sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes pela Lei Magnitsky.
- A declaração ocorreu após uma operação da Polícia Federal relacionada ao ex-presidente Jair Bolsonaro, pai de Eduardo.
- Eduardo tem viajado aos Estados Unidos para pressionar autoridades americanas a considerar essas sanções, que visam punir violações de direitos humanos.
- A Lei Magnitsky permite que os Estados Unidos sancionem estrangeiros envolvidos em corrupção ou desrespeito aos direitos humanos, incluindo proibição de entrada e congelamento de bens.
- Jair Bolsonaro enfrenta processos no Supremo Tribunal Federal, acusado de crimes como organização criminosa e tentativa de golpe de Estado, e alega perseguição política.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro defendeu, nesta sexta-feira, 18, a aplicação de sanções contra o ministro do STF Alexandre de Moraes pela Lei Magnitsky. A declaração ocorreu após uma operação da Polícia Federal relacionada ao ex-presidente Jair Bolsonaro, pai de Eduardo.
Eduardo compartilhou um tuíte que critica Moraes, afirmando que ele está em “apuros” devido a abusos de poder. O deputado tem viajado aos Estados Unidos para pressionar autoridades americanas a considerar essas sanções, que visam punir violações de direitos humanos. Em maio, o secretário de Estado Marco Rubio mencionou que o governo dos EUA estava analisando essa possibilidade.
A Lei Magnitsky permite que os EUA sancionem estrangeiros envolvidos em corrupção ou desrespeito aos direitos humanos. As sanções incluem a proibição de entrada nos EUA e o congelamento de bens. A decisão é tomada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, sem necessidade de processo judicial, e pode ser implementada imediatamente.
Enquanto isso, Jair Bolsonaro enfrenta processos no STF, acusado de crimes como organização criminosa e tentativa de golpe de Estado. Ele e seus aliados alegam que as ações judiciais são uma forma de perseguição política. O ex-presidente é réu em um processo que pode resultar em pena de prisão, caso condenado.
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