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Damares defende Michelle após constrangimento com chegada da PF de pijama

Damares Alves defende Michelle Bolsonaro após operação da PF e a vê como nova líder da oposição, pedindo união entre donas de casa.

Damares Alves (à esquerda) e Michelle Bolsonaro (à direita) — Foto: Waldemir Barreto/Senado e Cristiano Mariz/Agência O Globo
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  • A senadora Damares Alves defendeu a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro, alegando que ela foi constrangida pela Polícia Federal durante uma operação relacionada ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
  • A operação resultou em medidas cautelares do Supremo Tribunal Federal, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e restrições de comunicação para Bolsonaro.
  • Damares relatou que Michelle estava de pijama quando os policiais armados realizaram buscas na residência do casal e expressou preocupação com o vazamento de imagens do ocorrido.
  • A senadora afirmou que a situação pode levar Michelle a se tornar uma nova líder da oposição conservadora e pediu união entre as donas de casa em apoio a ela.
  • Governadores aliados a Bolsonaro também criticaram a operação, que foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, em resposta a suspeitas de crimes graves.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) defendeu a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro, afirmando que ela foi constrangida pela Polícia Federal (PF) durante a operação que visou o ex-presidente Jair Bolsonaro. A operação, que resultou em medidas cautelares impostas pelo STF, incluiu o uso de tornozeleira eletrônica e restrições de comunicação para Bolsonaro.

Damares relatou que Michelle estava de pijama quando os policiais, armados, realizaram buscas na residência do casal. A senadora questionou a necessidade da abordagem e expressou preocupação com o possível vazamento de imagens do ocorrido. Após a operação, Damares se reuniu com Michelle e destacou que, apesar do silêncio imposto a Bolsonaro, a ex-primeira dama emergirá como uma nova líder da oposição conservadora.

A senadora afirmou que a humilhação enfrentada por Michelle pode gerar uma nova liderança, pedindo união entre as donas de casa em apoio à ex-primeira dama. “É hora de unir a direita em torno do nome de Michelle”, declarou. Em suas redes sociais, Michelle compartilhou uma citação bíblica, refletindo sobre o momento difícil.

Governadores alinhados a Bolsonaro também criticaram a operação. Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro, Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo, manifestaram apoio ao ex-presidente, que enfrenta investigações por coação e obstrução à Justiça.

As medidas cautelares contra Bolsonaro incluem recolhimento domiciliar noturno e proibição de comunicação com diplomatas. A PF apreendeu valores significativos em dinheiro e outros itens durante a operação, que foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, em resposta a suspeitas de crimes graves.

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