- Jason Miller, conselheiro de Donald Trump, apoiou Jair Bolsonaro após o Supremo Tribunal Federal (STF) impor medidas restritivas ao ex-presidente, como tornozeleira eletrônica e proibição de comunicação.
- Miller pediu que Bolsonaro “permaneça forte” diante das decisões do STF, que foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes.
- O ministro alegou que Bolsonaro e seu filho, Eduardo Bolsonaro, tentavam obstruir a investigação sobre a tentativa de golpe após as eleições de 2022.
- Miller criticou Moraes, chamando suas ações de “táticas ditatoriais e antidemocráticas”, e afirmou que o mundo está observando a situação.
- As tensões diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos aumentam com sanções tarifárias anunciadas por Trump em resposta às ações judiciais contra Bolsonaro.
Jason Miller, conselheiro de Donald Trump, manifestou apoio a Jair Bolsonaro após o Supremo Tribunal Federal (STF) impor medidas restritivas ao ex-presidente, como o uso de tornozeleira eletrônica e proibição de comunicação. Em sua conta no X, Miller pediu que Bolsonaro “permaneça forte” diante da decisão. As medidas foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que alegou que Bolsonaro e seu filho, Eduardo Bolsonaro, tentavam obstruir a investigação sobre a tentativa de golpe após as eleições de 2022.
Miller criticou Moraes, chamando suas ações de “táticas ditatoriais e antidemocráticas”. Ele afirmou que “o mundo inteiro está assistindo” ao que considera uma perseguição política contra Bolsonaro. O conselheiro também respondeu a uma publicação do senador Flávio Bolsonaro, que defendeu o pai e criticou as medidas como “desnecessárias e covardes”. Flávio sugeriu que o presidente dos EUA, Donald Trump, suspendesse tarifas sobre produtos brasileiros e aplicasse sanções a quem promove perseguições.
Tensão nas Relações Brasil-EUA
A situação entre Brasil e Estados Unidos se agrava com as sanções tarifárias anunciadas por Trump, em resposta às ações judiciais contra Bolsonaro. Miller, que já teve conflitos com Moraes, destacou a preocupação de aliados de Trump com a situação política no Brasil. Em setembro de 2021, ele foi abordado pela Polícia Federal no aeroporto de Brasília, em um inquérito que investigava a atuação de milícias digitais.
A postura de Miller reflete um alinhamento com a narrativa de Bolsonaro, que enfrenta um cenário político conturbado. O governo brasileiro ainda não se manifestou sobre as críticas de Miller, enquanto as tensões diplomáticas entre os dois países continuam a se intensificar.
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