- A fiscal geral dos EUA, Pam Bondi, visitou Alcatraz durante o escândalo Epstein, que envolve tráfico sexual de menores e a morte do bilionário em 2019.
- A visita ocorreu enquanto o governo enfrenta críticas pela ausência de uma lista de clientes de Epstein, considerada inexistente.
- Bondi demitiu a procuradora Maurene Comey, que atuou no caso, gerando preocupações sobre um clima de medo entre os procuradores.
- A proposta de reabrir Alcatraz, fechada na década de 1960, gerou críticas por exigir altos investimentos e comprometer a receita anual de cerca de R$ 60 milhões como atração turística.
- O escândalo Epstein continua a ser um tema sensível na política americana, com desdobramentos que afetam o governo e a opinião pública.
A fiscal geral dos EUA, Pam Bondi, visitou Alcatraz em meio ao escândalo Epstein, que envolve tráfico sexual de menores e a morte do bilionário em 2019. A visita ocorreu enquanto o governo tenta desviar a atenção da falta de uma lista de clientes de Epstein, considerada inexistente. Bondi, que demitiu uma procuradora envolvida no caso, afirmou que Alcatraz poderia ser reaberta para abrigar “os piores criminosos”, incluindo imigrantes ilegais.
A ideia de reabrir a prisão, que foi fechada na década de 1960 devido a altos custos, gerou críticas. Especialistas apontam que a reativação exigiria investimentos significativos, além de comprometer a receita de cerca de 60 milhões de dólares anuais que Alcatraz gera como atração turística. A ex-presidente da Câmara, Nancy Pelosi, e o governador da Califórnia, Gavin Newsom, chamaram a proposta de “absurda” e “improvável”.
O escândalo Epstein ressurgiu após a divulgação de um documento do Departamento de Justiça que afirma que a lista de clientes nunca existiu e que Epstein cometeu suicídio. Apesar das tentativas do governo de minimizar o impacto do caso, a opinião pública continua a questionar a falta de transparência. Trump, que já teve relações com Epstein, enfrenta dificuldades para afastar o tema, mesmo após pedir que seus apoiadores deixassem o assunto de lado.
Além disso, Bondi demitiu Maurene Comey, uma das procuradoras que atuaram no caso Epstein. Comey, filha do ex-diretor do FBI, James Comey, havia alertado sobre os riscos de demissões sem justificativa, afirmando que isso poderia gerar um clima de medo entre os procuradores. O caso Epstein, que remonta a quase duas décadas, continua a ser um ponto sensível na política americana, com desdobramentos que afetam tanto o governo quanto a opinião pública.
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