Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Cantor sertanejo é sentenciado a 35 anos por assassinato e ocultação de cadáver

João Vitor Malachias, condenado por feminicídio, pode recorrer da decisão que o mantém preso por 35 anos. Protestos marcam apoio à vítima.

A dentista Bruna Angleri namorou o cantor sertanejo João Vitor Malachias por cerca de sete meses (Foto: Reprodução/Redes sociais)
0:00
Carregando...
0:00
  • João Vitor Malachias foi condenado a 35 anos de prisão pelo feminicídio de Bruna Angleri, ocorrido em 27 de setembro de 2023, em Araras, São Paulo.
  • O júri popular considerou o crime triplamente qualificado, citando motivos torpes, meio cruel e descumprimento de medida protetiva.
  • Bruna, que já havia registrado uma medida protetiva contra João Vitor, foi encontrada morta e carbonizada em sua casa, apresentando fraturas no rosto e ferimentos por arma de fogo.
  • A defesa de João Vitor, preso desde 8 de outubro de 2023, anunciou que irá recorrer da decisão, alegando fragilidade nas provas e falhas na investigação.
  • Familiares e amigos de Bruna realizaram uma manifestação em apoio à condenação, enquanto o juiz negou o pedido do cantor para cumprir a pena em liberdade.

O cantor sertanejo João Vitor Malachias foi condenado a 35 anos de prisão pelo feminicídio de Bruna Angleri, de 40 anos, ocorrido em 27 de setembro de 2023, em Araras (SP). O júri popular, que durou mais de 11 horas, considerou o crime triplamente qualificado, citando motivos torpes, meio cruel e descumprimento de medida protetiva.

Bruna, que já havia registrado uma medida protetiva contra João Vitor devido a agressões anteriores, foi encontrada morta e carbonizada em sua casa. A investigação revelou que a vítima apresentava fraturas no rosto e havia sido baleada. A polícia acredita que ela já estava morta quando o corpo foi queimado.

A defesa de João Vitor, que está preso desde 8 de outubro de 2023, anunciou que irá recorrer da decisão. O advogado Diego Emanuel da Costa argumentou que as provas apresentadas são frágeis e criticou a condução da investigação pela Polícia Civil. Ele destacou falhas na preservação das provas e a negativa do juiz em permitir a produção de uma prova técnica solicitada pela defesa.

Familiares e amigos de Bruna realizaram uma manifestação em frente ao fórum, demonstrando apoio à condenação. O juiz Djalma Moreira Gomes Junior negou o pedido do cantor para cumprir a pena em liberdade, considerando a gravidade do crime e o histórico de violência doméstica.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais