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Pastor é investigado por suposto estupro virtual de menina de 13 anos em Goiás

Pastor é investigado por estupro virtual após mensagens inapropriadas a adolescente. Ele está foragido e polícia apreendeu eletrônicos.

Polícia Civil de Goiás procura por líder religioso suspeito de estupro contra adolescente em Valparaíso (Foto: Divulgação/PCGO)
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  • A Polícia Civil de Goiás cumpriu um mandado de busca na casa do pastor Gilvan Gonçalves dos Santos, de 55 anos, que está foragido.
  • Ele é suspeito de estupro virtual contra uma adolescente de 13 anos em Valparaíso, a cerca de 190 quilômetros de Goiânia.
  • As investigações apontam que o crime ocorreu por meio de mensagens e tentativas de chamadas de vídeo.
  • A vítima relatou que o pastor enviou áudios e mensagens sugestivas, além de solicitar fotos de cunho sexual.
  • A polícia apreendeu um computador, um celular e um tablet durante a operação, após a denúncia da mãe da jovem.

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência do pastor Gilvan Gonçalves dos Santos, de 55 anos, que está foragido. Ele é suspeito de estupro virtual contra uma adolescente de 13 anos em Valparaíso, a cerca de 190 km de Goiânia. As investigações indicam que o crime ocorreu por meio de mensagens e tentativas de chamadas de vídeo.

Gilvan já havia sido investigado por crime semelhante em 2020. A vítima, que frequenta sua igreja há poucos meses, relatou que o pastor começou a enviar áudios e mensagens de teor sugestivo. Ele a apelidou de “bebezinha” e fez perguntas de cunho sexual, além de solicitar fotos mostrando a cor da calcinha da jovem.

Após a denúncia da mãe da vítima, a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) abriu um inquérito. Durante a operação, a polícia apreendeu um computador, um celular e um tablet na casa do pastor. Ele também teria convidado a menina para buscar óleo ungido e chocolates em sua residência, o que não ocorreu.

De acordo com a legislação, o crime de estupro pode ocorrer mesmo sem contato físico, caso haja constrangimento que afete a honra e a dignidade da vítima. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) considera que ações como chantagear e divulgar imagens íntimas nas redes sociais configuram estupro virtual.

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