- O professor Vanderson Ricardo Galo, de 48 anos, foi preso em 14 de outubro de 2023, após três anos foragido.
- Ele é acusado de estuprar 18 alunas entre 8 e 10 anos em uma escola municipal de Catanduva, São Paulo.
- Galo foi encontrado escondido sob um sofá na casa da ex-mulher e foi condenado a 20 anos de prisão em regime fechado.
- A Justiça negou o direito de recorrer em liberdade e o caso está sob segredo de Justiça.
- As denúncias surgiram em agosto de 2022, quando pais relataram que ele oferecia chocolates e abraçava as meninas durante as aulas.
O professor Vanderson Ricardo Galo, de 48 anos, foi preso em 14 de outubro de 2023, após três anos foragido. Ele é acusado de estuprar 18 alunas entre 8 e 10 anos em uma escola municipal de Catanduva, interior de São Paulo. Galo foi encontrado escondido sob um sofá na casa da ex-mulher, onde estava se ocultando desde que as denúncias surgiram em agosto de 2022.
O docente foi condenado a 20 anos de prisão em regime fechado por estupro de vulnerável. A Justiça negou o direito de recorrer em liberdade, e o caso está sob segredo de Justiça. Durante a prisão, Galo optou por permanecer em silêncio e não apresentou advogado. A Folha não conseguiu confirmar se ele já possui um defensor designado.
As denúncias foram feitas pelos pais das alunas, que relataram que Galo oferecia chocolates e abraçava as meninas durante as aulas de oficinas na escola municipal Professor José de Oliveira Barreto. A Delegacia de Defesa da Mulher e o Conselho Tutelar foram acionados na época para investigar as acusações.
Desdobramentos do Caso
Desde que as denúncias vieram à tona, Galo deixou Catanduva e era considerado foragido. A Polícia Civil recebeu informações sobre seu retorno à cidade e, após diligências, conseguiu localizá-lo. A Secretaria da Educação de Catanduva informou que o professor foi desligado por decisão administrativa em 2022 e não mantém qualquer vínculo com o município desde então.
A administração municipal ressaltou que, por se tratar de um ex-prestador de serviço, não possui informações sobre seu paradeiro ou responsabilidade por atos cometidos após seu desligamento. O caso continua em andamento, e a sociedade aguarda os próximos desdobramentos judiciais.
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