Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Organizações pedem emenda para considerar impacto racial e de gênero em taxa de super-ricos

Movimento negro e entidades civis apoiam PL 1087/2025 e pedem avaliação dos efeitos da reforma tributária sobre desigualdades raciais e de gênero.

Protesto pela taxação dos super-ricos (Foto: Edilson Dantas / O Globo)
0:00
Carregando...
0:00
  • Organizações do movimento negro e entidades civis anunciarão um manifesto em apoio ao Projeto de Lei 1087/2025.
  • O projeto propõe a taxação de super-ricos e a ampliação da isenção do Imposto de Renda.
  • O manifesto sugere a inclusão de uma emenda para avaliar os impactos da política tributária sobre desigualdades raciais e de gênero.
  • A reforma tributária afetará apenas 0,15% da população mais rica, que concentra 14,1% da renda nacional.
  • O documento é assinado por mais de 20 entidades, incluindo o Instituto de Referência Negra Peregum e a Oxfam Brasil.

Organizações do movimento negro e entidades civis estão prestes a lançar um manifesto em apoio ao Projeto de Lei 1087/2025, que visa a taxação de super-ricos e a ampliação da isenção do Imposto de Renda. O documento, que será entregue ao Congresso, sugere a inclusão de uma emenda para avaliar os impactos da política tributária sobre desigualdades raciais e de gênero.

O manifesto destaca que a reforma tributária afetará apenas 0,15% da população mais rica, composta majoritariamente por homens brancos que ganham acima de R$ 1,2 milhão por ano. Esses indivíduos concentram 14,1% da renda nacional, superando a soma dos 50% mais pobres. O texto defende que a avaliação periódica deve considerar a promoção da igualdade entre gêneros e grupos étnico-raciais.

O documento é assinado por mais de 20 entidades, incluindo o Instituto de Referência Negra Peregum e a Oxfam Brasil. A proposta visa criar mecanismos que permitam mensurar e corrigir distorções raciais e de gênero na política tributária brasileira. O grupo enfatiza que a justiça deve ser baseada em dados, transparência e coragem.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais