- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, demitiu duas funcionárias de seu gabinete após investigações sobre irregularidades.
- As exonerações ocorreram após questionamentos da Folha de S. Paulo sobre a compatibilidade das funções das servidoras.
- Gabriela Pagidis e Monique Magno acumulavam empregos em outras instituições, o que é proibido. Gabriela recebia R$ 11,4 mil como fisioterapeuta e Monique trabalhava como assistente social na Prefeitura de João Pessoa.
- A investigação também revelou que cinco parentes de Gabriela foram contratados no gabinete, incluindo sua mãe como chefe de gabinete.
- Uma terceira funcionária, Louise Lacerda, também foi mencionada, mas não conseguiu justificar a compatibilidade de suas funções.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), demitiu duas funcionárias de seu gabinete após investigações que revelaram irregularidades em suas contratações. As exonerações ocorreram após a Folha de S. Paulo questionar a compatibilidade das funções exercidas pelas servidoras.
As funcionárias, Gabriela Pagidis e Monique Magno, acumulavam empregos em outras instituições, o que contraria as normas da Câmara. Gabriela, fisioterapeuta, recebia R$ 11,4 mil enquanto trabalhava em clínicas no Distrito Federal. Monique, assistente social na Prefeitura de João Pessoa, também exercia funções no gabinete de Motta.
Além das demissões, a investigação revelou que cinco parentes das funcionárias foram contratados no gabinete. Gabriela tinha sua mãe, Athina Pagidis, como chefe de gabinete. Durante dois anos, quatro membros da família de Gabriela constaram na folha de pagamento.
Motta afirmou que preza pelo cumprimento das obrigações dos funcionários, mesmo aqueles que atuam remotamente. A assessoria do deputado não forneceu detalhes sobre as funções das servidoras ou seus horários de trabalho. A situação levanta questões sobre a ética nas contratações e a fiscalização das atividades no Legislativo.
A Folha também destacou que uma terceira funcionária, Louise Lacerda, estudante de medicina, foi mencionada na investigação. Ela, assim como as outras, não conseguiu justificar a compatibilidade de suas funções com a carga horária exigida pelo cargo na Câmara. A situação continua a gerar repercussões e questionamentos sobre a gestão de recursos públicos.
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