- O governo federal, liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, reafirmou a defesa do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em audiência com o Congresso.
- O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que não haverá negociações sobre isenções e que a Advocacia-Geral da União (AGU) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para discutir a legalidade dos decretos que elevaram o imposto.
- Lula assinou uma medida provisória que isenta a taxa de verificação dos taxímetros, que atualmente é de R$ 52, resultando em uma economia estimada de R$ 9 milhões para taxistas.
- As medidas visam melhorar a imagem do governo em meio à desaprovação popular de 57%.
- Assessores indicam que pesquisas internas mostram sinais de recuperação na popularidade do governo após a resposta ao aumento de tarifas proposto por Donald Trump.
Na véspera de uma audiência de conciliação com o Congresso, o governo federal, sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, reafirmou sua posição sobre o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O ministro da Casa Civil, Rui Costa, declarou que o governo não fará negociações sobre isenções e defenderá a manutenção dos decretos que elevaram o imposto, revogados pelo Congresso. A Advocacia-Geral da União (AGU) já acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para discutir a legalidade das medidas.
Durante uma cerimônia no Palácio do Planalto, Lula assinou uma medida provisória que isenta a taxa de verificação dos taxímetros, atualmente de R$ 52. Essa isenção se aplica tanto à compra dos equipamentos quanto às inspeções, que passarão a ocorrer a cada dois anos, ao invés de anualmente. O governo estima que essa ação resultará em uma economia de R$ 9 milhões para os taxistas.
Estratégia de Reaproximação
Essas iniciativas fazem parte de uma estratégia mais ampla do governo para reconquistar a confiança da população, em um momento de desgaste na opinião pública, com a desaprovação atingindo 57%. Apesar desse cenário, assessores do governo indicam que pesquisas internas mostram sinais de recuperação, especialmente após a resposta do Planalto ao aumento de tarifas proposto por Donald Trump para produtos brasileiros.
Rui Costa enfatizou que a posição oficial do governo é clara: não haverá negociação sobre a manutenção do IOF para operações isentas, como moeda em espécie. O governo aguarda a manifestação do STF sobre a legalidade dos decretos, enquanto busca alternativas para melhorar sua imagem perante a população.
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