- Um júri foi selecionado para um processo civil contra a Tesla, relacionado a um acidente fatal em 2019.
- O acidente envolveu um veículo Model S em modo Autopilot, que atropelou uma pedestre, resultando em sua morte e ferimentos em outra pessoa.
- A família da vítima, Naibel Benavides, alega que o sistema Autopilot era defeituoso e inseguro.
- A defesa argumenta que o acidente foi causado por um motorista distraído, que usava o celular no momento do impacto.
- A Tesla defende que o acidente não foi causado por falhas no sistema e que não havia tecnologia para evitar a colisão na época.
Um júri foi selecionado para um processo civil contra a Tesla, relacionado a um acidente fatal ocorrido em 2019, quando um veículo Model S, em modo Autopilot, atropelou uma pedestre, resultando em sua morte e ferimentos graves em outra pessoa. A família da vítima, Naibel Benavides, alega que o sistema Autopilot era defeituoso e inseguro.
Durante a seleção do júri, o nome de Elon Musk, CEO da Tesla, gerou reações diversas entre os jurados. Alguns admitiram que suas opiniões sobre Musk poderiam interferir na imparcialidade do julgamento. Um jurado destacou que, embora Musk não seja a Tesla, sua imagem está intimamente ligada à marca. Seis mulheres e três homens foram escolhidos para compor o júri.
A defesa argumenta que o acidente foi causado por um motorista distraído, George McGee, que estava usando o celular no momento do impacto. O advogado dos autores do processo afirmou que a Tesla ignorou avisos sobre a segurança do Autopilot, sugerindo que a empresa priorizou a inovação em detrimento da segurança. O advogado também mencionou declarações de Musk sobre a superioridade dos sensores dos veículos Tesla.
A Tesla, por sua vez, defende que o acidente não foi causado por falhas em seu sistema, mas sim pela distração do motorista. A empresa ressaltou que, na época do acidente, não existia tecnologia de prevenção de colisões que pudesse ter evitado a tragédia. O caso é um dos mais de uma dúzia de ações judiciais contra a Tesla relacionadas a acidentes fatais envolvendo seus sistemas de condução automatizada.
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