- O presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, não compareceu ao FIFA Club World Cup, evidenciando tensões entre a UEFA e a FIFA.
- Outros presidentes de confederações estiveram presentes, mas Ceferin optou por não participar, mesmo sendo vice-presidente da FIFA.
- A UEFA teme que a expansão do torneio rivalize com a Champions League.
- O presidente da FIFA, Gianni Infantino, sugeriu a inclusão de mais clubes europeus na próxima edição do torneio, que já gerou receitas de $ 2,1 bilhões.
- A ausência de Ceferin levanta questões sobre seu foco em outros eventos, como o Women’s EURO, que exige atenção significativa.
Aleksander Ceferin, presidente da UEFA, não participou do FIFA Club World Cup, evidenciando as tensões entre a confederação europeia e a entidade global. Enquanto outros presidentes de confederações estiveram presentes, Ceferin optou por não comparecer, mesmo sendo vice-presidente da FIFA. Fontes indicam que a UEFA teme a expansão do torneio e seu potencial para rivalizar com a Champions League.
Durante uma coletiva em Nova York, Gianni Infantino, presidente da FIFA, não descartou a inclusão de mais clubes europeus na próxima edição do torneio. Ele mencionou que a competição já gerou 2,1 bilhões de dólares em receitas, destacando o sucesso financeiro do evento. Infantino citou clubes como Manchester United, Barcelona e Milan como potenciais participantes, mas não esclareceu como a fórmula de qualificação poderia mudar.
A ausência de Ceferin também levanta questões sobre o foco da UEFA em outros eventos, como o Women’s EURO. Um porta-voz da UEFA afirmou que a atenção do presidente está voltada para o torneio feminino, que exige compromisso significativo. No entanto, Ceferin participou de apenas um dos primeiros jogos do Women’s EURO, enquanto o Club World Cup começou semanas antes.
A relação entre UEFA e FIFA se deteriorou ainda mais após um incidente em Paraguai, onde membros da UEFA deixaram um congresso da FIFA em protesto pela chegada tardia de Infantino. A UEFA criticou a priorização de interesses políticos em detrimento do futebol, reafirmando que o esporte deve vir em primeiro lugar.
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