- O presidente do Equador, Daniel Noboa, enviou um projeto de reforma constitucional ao Congresso.
- A proposta inclui a castração química para estupradores, visando proteger as vítimas e responsabilizar os agressores.
- A medida surge após a investigação do deputado da oposição, Santiago Díaz Asque, acusado de estuprar uma menina.
- Noboa afirmou que “estupradores merecem castração química e pena de prisão”.
- A proposta pode ser aprovada rapidamente, já que o presidente tem amplo apoio no legislativo.
O presidente do Equador, Daniel Noboa, anunciou nesta sexta-feira o envio de um projeto de reforma constitucional ao Congresso, propondo a castração química para estupradores. A medida surge em meio a um clima de crescente preocupação com crimes sexuais no país, especialmente após a investigação de um deputado da oposição, Santiago Díaz Asque, acusado de estuprar uma menina de 12 anos.
Noboa, em uma mensagem publicada no X, afirmou que “estupradores merecem castração química e pena de prisão”. O caso de Díaz, do partido Revolução Cidadã, gerou grande repercussão e levou à sua expulsão do partido, apesar de ele se declarar inocente. O crime pelo qual é investigado pode resultar em até 22 anos de prisão.
Medidas Propostas
A proposta de castração química envolve a administração de medicamentos que reduzem o desejo sexual, uma prática já adotada em países como Rússia, Polônia e Coreia do Sul. Noboa destacou a importância de proteger as vítimas e responsabilizar os agressores, afirmando que a Assembleia deve demonstrar seu compromisso com a proteção das vítimas.
O presidente possui amplo apoio no legislativo, o que pode facilitar a aprovação de sua proposta. A situação atual no Equador reflete uma necessidade urgente de medidas mais rigorosas contra a violência sexual, em um contexto onde a segurança das crianças e adolescentes se tornou uma prioridade nacional.
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