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Ministros de Lula enfrentam dificuldades na escolha da nova liderança do PT

Divisões internas marcam reestruturação do PT, enquanto ministros enfrentam derrotas e vitórias em candidaturas estaduais.

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, tenta manter Arilson Chiorato como presidente do diretório petista no Paraná (Foto: Pedro Ladeira - 6.jun.2025/Folhapress)
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  • O Partido dos Trabalhadores (PT) elegeu Edinho Silva como novo presidente nacional em um processo de reestruturação interna, com apoio de Lula.
  • Ministros do governo Lula enfrentaram derrotas em suas candidaturas estaduais, como Márcio Macêdo e Anielle Franco.
  • Márcio Macêdo apoiou Cássio Murilo em Sergipe, mas o senador Rogério Carvalho venceu. Anielle Franco apoiou Reimont no Rio de Janeiro, que também perdeu para Diego Zeidan.
  • Outros ministros, como Camilo Santana e Fernando Haddad, conseguiram eleger candidatos de sua preferência em seus estados.
  • A eleição evidenciou tensões internas no PT, apesar da consolidação da liderança de Edinho Silva.

O Partido dos Trabalhadores (PT) passou por uma reestruturação interna com a eleição de Edinho Silva como novo presidente nacional, em um processo marcado por divisões e disputas de poder. As votações ocorreram no último domingo (6), com Lula apoiando Silva, ex-prefeito de Araraquara e ex-ministro.

Ministros do governo Lula enfrentaram reveses em suas candidaturas estaduais. Márcio Macêdo, da Secretaria-Geral da Presidência, e Anielle Franco, da Igualdade Racial, tiveram seus candidatos derrotados no primeiro turno. Macêdo apoiou Cássio Murilo em Sergipe, mas o senador Rogério Carvalho venceu. No Rio de Janeiro, Franco apoiou Reimont, que também não conseguiu a presidência, ficando Diego Zeidan com a vitória.

Resultados em Outros Estados

Enquanto alguns ministros enfrentaram derrotas, outros conseguiram eleger candidatos de sua preferência. Camilo Santana, ministro da Educação, reelegerá Antônio Filho para o diretório do Ceará, em aliança com o governador Elmano de Freitas. No Piauí, Wellington Dias, do Desenvolvimento Social, e o governador Rafael Fonteles apoiaram Fábio Novo, que venceu a disputa.

Em São Paulo, os ministros Fernando Haddad, Alexandre Padilha, Luiz Marinho e Paulo Teixeira uniram forças para reeleger Kiko Celeguim, que permanecerá à frente do diretório estadual. A eleição, apesar de consolidar a liderança de Edinho Silva, evidenciou as tensões internas e a necessidade de alinhamento entre os diferentes grupos do partido.

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