- O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro criticou a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros imposta pelos Estados Unidos, que começará a valer em 1º de agosto.
- Ele afirmou que a medida é uma resposta ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.
- Eduardo chamou a tarifa de “Tarifa-Moraes” e a considerou resultado de uma escalada autoritária no Brasil, que desrespeita a liberdade de expressão.
- O deputado também criticou a revogação parcial do Marco Civil da Internet pelo STF, alegando que isso prejudica as redes sociais americanas no Brasil.
- Ele pediu uma anistia ampla e alertou que as ações do governo atual podem levar a consequências negativas para a democracia no país.
O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, criticou a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros imposta pelos Estados Unidos, que entrará em vigor em 1º de agosto. Segundo Eduardo, essa medida é uma resposta ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro do STF Alexandre de Moraes, refletindo um afastamento do Brasil dos “valores do mundo livre”.
Em uma nota intitulada “Uma hora a conta chega”, Eduardo argumentou que a tarifa, que ele chamou de “Tarifa-Moraes”, é resultado de uma escalada autoritária no Brasil, que desrespeita a liberdade de expressão e o devido processo legal. O deputado afirmou que o governo atual tem se distanciado dos compromissos democráticos, o que, segundo ele, foi reconhecido em uma carta do ex-presidente Donald Trump.
Críticas ao STF e ao Marco Civil da Internet
Eduardo também criticou a revogação parcial do Marco Civil da Internet pelo STF, que, segundo ele, inviabiliza o funcionamento das redes sociais americanas no Brasil. Ele destacou que essa decisão representa um ataque direto à liberdade de expressão e pode ter consequências globais. O deputado mencionou que está em contato com representantes do governo Trump para relatar a situação e alertar sobre os riscos à democracia no país.
Além disso, Eduardo Bolsonaro pediu uma anistia ampla, geral e irrestrita, alertando que restam apenas três semanas para evitar um “desastre”. Ele enfatizou que as ações do governo atual estão gerando repercussões negativas e que a “conta” dessas decisões já está chegando.
Entre na conversa da comunidade