Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Haddad busca diálogo com o Congresso e defende consulta sobre o IOF como democrática

Ministro da Fazenda afirma que AGU busca esclarecer legalidade do aumento do IOF e nega crise com o Congresso.

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na entrada da Embaixada do Brasil em Buenos Aires, após reunião do Mercosul (Foto: Luis Robayo/AFP)
0:00
Carregando...
0:00
  • O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que não há crise entre o governo e o Congresso sobre o aumento das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
  • Durante um encontro do Mercosul em Buenos Aires, Haddad destacou que a Advocacia-Geral da União (AGU) busca esclarecer a legalidade do decreto presidencial que elevou as alíquotas.
  • Ele negou que o governo se sinta traído e afirmou que a questão é jurídica, não política.
  • Haddad mencionou a falta de comunicação com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, mas não recebeu reclamações de líderes sobre impactos à população de baixa renda.
  • O ministro concluiu que a AGU busca uma resposta sobre a constitucionalidade do decreto e que, se o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmar a legalidade, as atividades do governo continuarão normalmente.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (2) que não há crise entre o governo e o Congresso em relação ao aumento das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Durante sua participação em um encontro do Mercosul em Buenos Aires, Haddad destacou que a Advocacia-Geral da União (AGU) está apenas buscando esclarecer a legalidade do decreto presidencial que elevou as alíquotas.

Em entrevista, o ministro enfatizou que o governo não abandonou as negociações e refutou a ideia de “traição” nas relações com o Legislativo. “Quem saiu da mesa de negociação não foi o Executivo”, disse Haddad, referindo-se à ação da AGU no Supremo Tribunal Federal (STF), que visa a declaração de constitucionalidade do decreto. Ele ressaltou que a questão é jurídica e não política.

Haddad também comentou sobre a falta de comunicação com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. Ele negou que o governo se sentisse traído e afirmou que não recebeu manifestações de líderes que indicassem que a situação poderia prejudicar a população de baixa renda. O ministro reiterou que a ação da AGU é um questionamento legal e não deve afetar o relacionamento com o Congresso.

Além disso, Haddad destacou que a equipe econômica tem recebido apoio em projetos prioritários e que não há indícios de que a derrubada dos decretos impactará outras pautas do governo, como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda. Ele concluiu que a AGU busca apenas uma resposta sobre a constitucionalidade do decreto, e que, se o STF confirmar a legalidade, “vida que segue”.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais