- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, autorizou a participação das Forças Armadas na segurança da cúpula do Brics no Rio de Janeiro.
- As operações de Garantia da Lei e da Ordem ocorrerão entre os dias 2 e 9 de julho.
- Os militares atuarão em conjunto com órgãos de segurança pública em locais estratégicos, como o Museu de Arte Moderna (MAM), onde o evento será realizado nos dias 6 e 7 de julho.
- A segurança inclui monitoramento das rotas entre o Aeroporto Internacional Tom Jobim e os locais do evento.
- A cúpula contará com representantes de onze países, embora alguns líderes importantes não compareçam.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou a participação das Forças Armadas na segurança da cúpula do Brics, que ocorrerá no Rio de Janeiro. O decreto, publicado no Diário Oficial, estabelece operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) entre os dias 2 e 9 de julho.
Os militares do Exército, Marinha e Aeronáutica atuarão em conjunto com órgãos de segurança pública durante o evento, que está agendado para os dias 6 e 7 de julho no Museu de Arte Moderna (MAM). A autorização abrange locais estratégicos, como a Marina da Glória e o Hotel Fairmont Copacabana, além das rotas entre as acomodações das delegações e o MAM.
Operações de Segurança
A operação militar visa garantir a segurança das delegações e do público durante a cúpula. O perímetro de proteção inclui não apenas os locais do evento, mas também as rotas do Aeroporto Internacional Tom Jobim, que serão monitoradas pelas Forças Armadas. A presença militar é uma medida preventiva, considerando a importância do encontro.
O Brasil, que atualmente ocupa a presidência rotativa do Brics, contará com a participação de representantes de onze países, embora alguns líderes, como Vladimir Putin, Xi Jinping e Abdel Fattah al-Sisi, não compareçam. A cúpula é uma oportunidade para discutir temas de cooperação e desenvolvimento entre as nações integrantes do bloco.
Contexto do Brics
O Brics, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, tem se expandido e inclui novos membros, como o Egito. A cúpula deste ano é um momento crucial para o Brasil, que busca fortalecer sua posição no cenário internacional. A segurança do evento é uma prioridade, refletindo a importância das discussões que ocorrerão entre os líderes mundiais.
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