- O presidente da Câmara, Hugo Motta, enfrentou críticas após a derrubada do decreto do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
- A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, repudiou ataques pessoais contra Motta, afirmando que a divergência política não justifica ofensas.
- O líder do governo na Câmara, José Guimarães, defendeu Motta, ressaltando que a derrota na votação não deve desqualificá-lo.
- Motta surpreendeu líderes governistas ao colocar o projeto em votação sem discussão prévia, ignorando pedidos de Gleisi Hoffmann e aliados.
- O governo decidiu judicializar a questão, alegando que a decisão do Congresso viola a separação dos Poderes.
Lideranças do governo se mobilizaram em defesa do presidente da Câmara, Hugo Motta, após a derrubada do decreto do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, manifestou seu repúdio a ataques pessoais direcionados a Motta nas redes sociais, ressaltando que a divergência política não justifica ofensas.
O líder do governo na Câmara, José Guimarães, também se posicionou, afirmando que a derrota do governo na votação do IOF não deve ser usada como pretexto para desqualificar o presidente da Câmara. Ele enfatizou a importância do respeito às instituições e à política. “A luta deve ser em favor de princípios e propostas”, declarou Guimarães.
A decisão de Motta de colocar o projeto em votação surpreendeu líderes governistas, que esperavam uma discussão prévia. Motta não atendeu aos apelos de Gleisi Hoffmann e de aliados para debater a questão antes da votação no plenário. Em resposta à situação, o governo decidiu judicializar a questão, alegando que a ação do Congresso viola a separação dos Poderes.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que a decisão do Congresso é inconstitucional, defendendo que o decreto do IOF deveria permanecer em vigor. “A conclusão é que o decreto é constitucional e não poderia ser sustado pelo Congresso Nacional”, afirmou Messias.
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