- O senador Ciro Nogueira criticou a abordagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre polarização social e crise fiscal durante o Fórum de Lisboa, em dois de julho de dois mil e vinte e cinco.
- Nogueira afirmou que Lula tenta repetir um discurso de confronto social que já falhou no passado, lembrando que essa estratégia não o levou à vitória em mil novecentos e oitenta e nove.
- O senador destacou que a retórica atual do governo, que divide a sociedade entre “ricos e pobres”, intensifica a polarização e desvia a atenção dos problemas fiscais do Brasil.
- Nogueira contestou a justificativa do governo sobre o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), afirmando que os mais pobres são os mais afetados.
- Ele defendeu uma postura mais conciliadora do Executivo com o Congresso e sugeriu esforços conjuntos para a contenção de despesas nos três Poderes.
LISBOA – O senador Ciro Nogueira (PP-PI) criticou, nesta quarta-feira (2), durante o Fórum de Lisboa, a abordagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação à polarização social e à crise fiscal. Para Nogueira, Lula tenta reeditar um discurso de confronto social que já falhou no passado, lembrando que essa estratégia não o levou à vitória em 1989.
O ex-ministro da Casa Civil no governo Bolsonaro afirmou que a retórica atual do governo, que busca dividir a sociedade entre “ricos e pobres”, apenas intensifica a polarização e desvia a atenção dos problemas fiscais do Brasil. “Lula era um homem do consenso e foi vitorioso quando buscou esse caminho. Agora está radical, ultrapassado”, disse Nogueira, expressando a esperança de que o presidente reveja sua postura.
Ciro Nogueira também contestou a justificativa do governo sobre o aumento do IOF, que, segundo ele, não afeta os mais pobres. “O pobre é quem mais sofre. O rico não faz financiamento no mercadinho. Quem compra ventilador parcelado é o trabalhador”, destacou. O senador defendeu que o Executivo deve adotar uma postura mais conciliadora com o Congresso e sugeriu um esforço conjunto para a contenção de despesas nos três Poderes. “Vamos mostrar que o sacrifício é de todos, e não apenas do contribuinte”, concluiu.
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