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Meta desobedece ordem judicial e mantém postagem sobre Gleisi e INSS no ar

Gleisi Hoffmann enfrenta calúnia nas redes sociais, enquanto busca indenização de R$ 20 mil e a remoção de post que a difama.

Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais (Foto: Gustavo Bezerra/PT)
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  • A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, moveu uma ação judicial contra um post no Instagram que a acusa de fraudes do INSS.
  • A liminar para remoção do conteúdo foi concedida em 19 de junho, mas o post permanece ativo.
  • O juiz Fernando Mello Batista afirmou que as acusações são infundadas e invadem a intimidade da ministra.
  • Gleisi busca R$ 20 mil em indenização por danos morais e a responsabilização do autor por calúnia e difamação.
  • A Meta, controladora do Instagram, não se manifestou sobre a situação até o momento.

Uma publicação no Instagram que acusa a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, de envolvimento em fraudes do INSS permanece ativa, mesmo após uma decisão judicial que ordenou sua remoção. A liminar foi concedida em 19 de junho, após Gleisi alegar que o conteúdo ataca sua honra e reputação.

O juiz Fernando Mello Batista reconheceu que a postagem, feita pelo usuário @lobodoido5, extrapola a crítica política e invade a esfera da intimidade pessoal da ministra. O conteúdo alega, sem apresentar provas, que Gleisi teria recebido dinheiro desviado do INSS e a chama de “bandida”. A decisão judicial também determinou que a Meta, controladora do Instagram, forneça os dados do autor para que ele possa ser formalmente citado.

Apesar da liminar, mais de dez dias após a decisão, o post continua disponível na plataforma. A ministra busca R$ 20 mil em indenização por danos morais e a responsabilização do autor por calúnia e difamação. O UOL tentou contato com a Meta para esclarecer a situação, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.

Gleisi argumenta que as acusações são infundadas e configuram um crime contra sua honra. O juiz enfatizou que, embora agentes políticos possam ser criticados, as alegações feitas na postagem são desabonadoras e não têm respaldo fático. O processo segue em andamento na Justiça do Distrito Federal.

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