- O general Mário Fernandes está envolvido em um caso de conspiração para assassinar o presidente Lula, o vice Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes.
- A defesa de Fernandes convocou seu irmão, Marcelo Fernandes, ex-chefe da 10ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal, como testemunha.
- A defesa argumenta que a presença de Marcelo na cena do crime contradiz as acusações de planejamento de assassinatos.
- Marcelo foi um dos primeiros a chegar ao aeroporto de Brasília em 24 de dezembro de 2022, após um atentado com bomba que falhou.
- O depoimento de Marcelo está agendado para o dia 18 de outubro, após notificação do ministro Alexandre de Moraes à Polícia Civil do DF.
O general Mário Fernandes está no centro de um caso de conspiração para assassinar o presidente Lula, o vice Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes, em meio a planos golpistas associados ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Para se defender, Fernandes convocou seu irmão, Marcelo, ex-chefe da 10ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal, como testemunha. A defesa argumenta que a presença de Marcelo na cena do crime contradiz as acusações de planejamento de assassinatos.
Marcelo Fernandes foi um dos primeiros a chegar ao aeroporto de Brasília em 24 de dezembro de 2022, quando um atentado com bomba falhou. Ele localizou e prendeu o autor do ataque, George Washington de Sousa, que pretendia usar a explosão como pretexto para uma intervenção militar em favor de Bolsonaro. A defesa do general sugere que não faria sentido ele planejar um ataque enquanto seu irmão atuava para desarticular o crime.
A estratégia de defesa de Mário Fernandes se baseia na ideia de que o documento que previa “neutralizar” as autoridades não era um plano de execução, mas sim uma análise conceitual típica do meio militar. Para a defesa, o termo “neutralizar” não deve ser interpretado como um sinônimo de matar. O depoimento de Marcelo foi agendado para o dia 18 de outubro, após notificação do ministro Alexandre de Moraes à Polícia Civil do DF para liberá-lo. Atualmente, Marcelo está lotado em uma área que investiga crimes financeiros e estelionato.
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