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Freira brasileira é afastada na Itália após denúncias de maus-tratos

Irmã Aline enfrenta acusações graves e ações judiciais após afastamento como abadessa, enquanto investigações seguem na Justiça vaticana e italiana.

Freira brasileira entra na Justiça italiana após ser afastada de mosteiros por carta anônima (Foto: Reprodução/TV Globo)
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A freira brasileira irmã Aline foi afastada de sua posição como abadessa de quatro mosteiros na Itália após uma carta anônima enviada ao papa Francisco, que a acusava de abuso e desvio de recursos. Em resposta, ela entrou com ações judiciais por difamação e assédio, alegando perseguição. Uma auditoria nas contas dos mosteiros, feita pelo abade geral Mauro Giuseppe Lepori, não encontrou irregularidades. Aline nega as acusações e afirma ter provas contra uma das freiras que escreveu a carta. Ela também denunciou o abade geral por assédio sexual e moral, mas não comentou publicamente sobre isso. Desde que foi nomeada abadessa em 2018, Aline enfrentou resistência, especialmente por suas iniciativas de venda de uvas do mosteiro para produzir prosecco. Após a morte do papa Francisco em abril de 2023, Aline deixou o mosteiro com cinco freiras que a seguiram. O caso está sendo julgado na Justiça vaticana e na Justiça penal italiana, onde Aline e as outras religiosas contestam as decisões que levaram ao seu afastamento. As ações judiciais incluem processos por calúnia e difamação contra o abade geral e as autoras da carta, e Aline também planeja processar Lepori por assédio.

A freira brasileira irmã Aline foi afastada de sua posição como abadessa de quatro mosteiros na Itália após uma carta anônima enviada ao papa Francisco. A denúncia, que chegou ao Vaticano em janeiro de 2023, acusava a religiosa de abuso e desvio de recursos. Em resposta, irmã Aline entrou com ações judiciais por difamação e assédio, alegando ser alvo de perseguição.

Uma perícia nas contas dos mosteiros, solicitada pelo abade geral Mauro Giuseppe Lepori, não encontrou irregularidades. Aline nega todas as acusações e afirma ter provas contra uma das freiras que, segundo ela, redigiu a carta anônima. A freira também denunciou o abade geral por assédio sexual e moral, embora tenha optado por não comentar publicamente sobre o episódio.

Contexto da Denúncia

Irmã Aline, que foi nomeada abadessa em 2018, enfrentou resistência desde o início de sua gestão. Entre suas iniciativas, estava a venda de uvas do mosteiro para a produção de prosecco, uma prática comum em mosteiros que visa garantir autonomia financeira. Aline afirma que essa ação desagradou o abade geral.

Após a morte do papa Francisco, em abril de 2023, irmã Aline deixou o mosteiro, levando consigo cinco freiras que decidiram acompanhá-la. O caso agora está sendo julgado na Justiça vaticana e na Justiça penal italiana, onde Aline e as outras religiosas questionam a legitimidade das decisões que levaram ao seu afastamento.

Desdobramentos Legais

As ações judiciais incluem processos por calúnia e difamação contra o abade geral e as autoras da carta ao papa. Irmã Aline também planeja processar Mauro Giuseppe Lepori por assédio. O desfecho desse caso pode ter implicações significativas para a comunidade religiosa e para a gestão dos mosteiros na Itália.

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