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Brasileiro é preso por comercializar ‘green cards’ falsificados nos EUA

Liene Tavares de Barros, deportado em 2010, foi condenado por vender documentos falsos e enfrentará nova deportação após a pena.

Tribunal Federal de Massachusetts (Foto: Reprodução)
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Um brasileiro chamado Liene Tavares de Barros, de 40 anos, foi condenado a cinco meses de prisão e dois meses de liberdade supervisionada nos Estados Unidos por vender documentos falsos, como “green cards” e cartões do Seguro Social. Ele já havia sido deportado em 2010 e voltou ao país ilegalmente. As autoridades descobriram suas atividades criminosas em 2024, e ele foi preso em março após um policial disfarçado comprar um cartão do Seguro Social e um Green Card por 250 dólares. Durante a busca em sua casa, foram encontrados mais documentos falsificados. Após cumprir a pena, ele poderá ser deportado novamente, já que a venda de documentos falsificados é um crime sério nos EUA.

Um brasileiro, Liene Tavares de Barros, de 40 anos, foi condenado a cinco meses de prisão e dois meses de liberdade supervisionada por vender documentos falsos nos Estados Unidos. A sentença foi proferida pela juíza do Tribunal Distrital dos EUA, Denise J. Casper. Tavares, que já havia sido deportado em 2010, retornou ilegalmente ao país e foi acusado de comercializar “green cards” e cartões do Seguro Social falsificados.

As autoridades americanas foram alertadas em meados de 2024 sobre a atividade criminosa de Tavares. Ele foi preso em março deste ano após um policial disfarçado adquirir um cartão do Seguro Social e um Green Card por 250 dólares, cerca de R$ 1,4 mil. Dois meses depois, o brasileiro vendeu novamente documentos falsos a um agente.

Detalhes da Operação

Antes de sua prisão, Tavares concordou em vender três conjuntos adicionais de documentos de identificação. Durante a busca em sua residência, foram encontrados três cartões do Seguro Social e um conjunto falso de documentos pessoais. O Departamento de Justiça dos EUA confirmou as acusações e a condenação, ressaltando a gravidade da fraude.

Após cumprir a pena, Tavares estará sujeito a deportação novamente. A venda de documentos falsificados representa um crime sério nos Estados Unidos, e as autoridades continuam a monitorar e combater esse tipo de atividade ilegal.

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