O advogado Egídio Fernando Arguello Júnior foi preso em São Paulo por um mandado de prisão em aberto, após ser condenado por falsidade ideológica e obstrução criminal na Operação Pecúlio, que investigou desvios de verbas públicas em Foz do Iguaçu. A prisão aconteceu em Mairiporã, em uma ação conjunta da Rota, do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Militar. Arguello já havia sido condenado no ano passado por tentar dificultar as investigações do Ministério Público Federal e da Polícia Federal. Durante a operação, ele foi acusado de manipular informações para ajudar o ex-prefeito Reni Clóvis de Souza Pereira, que liderava uma organização criminosa que desviou milhões. Arguello inseriu documentos falsos e se comunicou com outros investigados sem que seus advogados soubessem. A operação revelou irregularidades em licitações e envolveu membros do Poder Executivo e Legislativo, resultando na denúncia de 85 pessoas por corrupção, peculato e fraude de licitação. Ele agora está em um presídio em São Paulo e aguarda transferência para o Paraná.
O advogado Egídio Fernando Arguello Júnior foi preso nesta quinta-feira, em São Paulo, após um mandado de prisão em aberto. Ele foi condenado por falsidade ideológica e obstrução criminal no âmbito da Operação Pecúlio, que investigou desvios de verbas públicas em Foz do Iguaçu (PR).
A prisão ocorreu em Mairiporã, em uma ação conjunta da Rota, do Ministério Público de São Paulo e do setor de inteligência da Polícia Militar. Arguello já havia sido condenado no ano passado por sua atuação na operação, onde tentou dificultar as investigações do Ministério Público Federal e da Polícia Federal.
Detalhes da Condenação
Durante a Operação Pecúlio, que teve início em 2016, Arguello foi acusado de manipular informações para beneficiar o ex-prefeito Reni Clóvis de Souza Pereira, apontado como líder de uma organização criminosa que desviou milhões dos cofres públicos. O advogado foi responsável por inserir documentos falsos e manter contatos com outros investigados, sem o conhecimento dos defensores dos demais suspeitos.
A operação revelou irregularidades em processos licitatórios, com envolvimento de membros do Poder Executivo e Legislativo. Recursos do PAC e do SUS foram desviados, resultando na denúncia de 85 pessoas por crimes como corrupção passiva, peculato e fraude de licitação.
Arguello foi encaminhado para um presídio em São Paulo e agora aguarda a transferência para o sistema penal do Paraná. O UOL tenta contato com sua defesa e atualizará a matéria caso haja manifestação.
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