Cristiane Leal Sampaio foi nomeada como substituta da secretaria-executiva do Ministério do Turismo entre 23 e 27 de junho, enquanto Ana Carla Lopes está afastada por questões legais. Cristiane, que é secretária nacional de Políticas de Turismo, foi mencionada na operação Emendário da Polícia Federal, que investiga pagamentos suspeitos ligados à venda de emendas parlamentares. Segundo a PF, ela recebeu R$ 5 mil de Eduardo José Barros Costa, conhecido como Eduardo DP, em março de 2022. A operação investiga um esquema que envolve três deputados do PL, acusados de exigir a devolução de 25% dos recursos de emendas. Eduardo DP, que é suspeito de ser sócio oculto de uma empreiteira, foi preso em novembro de 2023. A nomeação de Cristiane acontece em um momento complicado para o ministério, que enfrenta questões de transparência e ética.
O Ministério do Turismo anunciou a designação de Cristiane Leal Sampaio como substituta da secretaria-executiva da pasta entre 23 e 27 de junho. A mudança ocorre devido ao afastamento da titular Ana Carla Lopes, que enfrenta impedimentos legais.
Cristiane Sampaio, que ocupa o cargo de secretária nacional de Políticas de Turismo, foi mencionada na operação Emendário da Polícia Federal. A investigação apura supostos pagamentos relacionados à venda de emendas parlamentares. Em um relatório, a PF indica que Cristiane recebeu R$ 5 mil de Eduardo José Barros Costa, conhecido como Eduardo DP, em março de 2022, quando era assessora do líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (PL-TO).
A operação investiga um esquema que envolve três deputados federais do PL: Josimar Maranhãozinho (MA), Pastor Gil (MA) e Bosco Costa (SE). Eles são acusados de exigir a devolução de 25% dos recursos de emendas. O empresário Eduardo DP, suposto sócio oculto da empreiteira Construnorte, foi preso em novembro de 2023, sob a acusação de operar esse esquema.
A designação de Cristiane Sampaio ocorre em um momento delicado para o Ministério do Turismo, que enfrenta desafios relacionados à transparência e à ética na gestão pública. A continuidade das investigações da PF pode impactar a imagem da pasta e a confiança do público nas suas operações.
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