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Projeto propõe cobrança digital para vagas de estacionamento e afasta flanelinhas

Câmara Municipal do Rio de Janeiro analisa projeto que pode eliminar flanelinhas com sistema digital de cobrança de estacionamento.

Flanelinha estaciona carros numa rua do Recreio, perto da praia (Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo)
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A atuação dos flanelinhas no Rio de Janeiro pode estar com os dias contados. Um projeto de lei na Câmara Municipal propõe um sistema digital para cobrança e fiscalização de vagas de estacionamento nas ruas. A ideia é modernizar o processo e combater a extorsão feita por guardadores irregulares. O vereador Marcelo Diniz, autor da proposta, explica que o sistema usaria câmeras para reconhecer as placas dos carros e GPS para identificar a localização. O pagamento seria feito por um aplicativo, oferecendo mais segurança e facilidade para os motoristas. Além disso, a medida pode aumentar a arrecadação da cidade, já que os recursos virão do pagamento pelo uso das vagas. O projeto também permite que métodos tradicionais de pagamento, como parquímetros, continuem a existir. A fiscalização presencial será mantida para evitar a atuação dos flanelinhas.

Pode estar com os dias contados a atuação dos flanelinhas no Rio de Janeiro. Um projeto de lei que tramita na Câmara Municipal propõe a implementação de um sistema digital para a cobrança e fiscalização de vagas de estacionamento em vias públicas. A proposta visa modernizar o processo e combater a extorsão praticada por guardadores irregulares.

O vereador Marcelo Diniz (PSD), autor da proposta, explica que o sistema funcionaria com câmeras que realizariam o reconhecimento das placas dos veículos, enquanto o GPS identificaria a localização. O pagamento seria feito de forma remota, por meio de um aplicativo. O objetivo é garantir mais segurança e comodidade ao motorista, que poderá ocupar a vaga apenas pagando o preço público.

Além de facilitar a vida dos motoristas, a medida também promete aumentar a arrecadação do município. O projeto estabelece que cabe ao Executivo implementar o sistema, seja diretamente, por meio de uma empresa pública ou por concessão. A fiscalização presencial também será mantida para coibir a atuação dos flanelinhas.

O texto da proposta não exclui a possibilidade de manter modalidades físicas de pagamento, como parquímetros e talões, que poderão coexistir com o sistema digital. Os recursos para a implementação virão do próprio pagamento pelo uso das vagas, o que pode representar uma nova fonte de receita para a cidade.

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