O Itamaraty está monitorando a reabertura do espaço aéreo em Israel, o que permite que brasileiros deixem o país por voos comerciais e elimina a necessidade de repatriação imediata. Com os aeroportos israelenses voltando a funcionar, não é esperado que um voo especial seja necessário para retirar cidadãos brasileiros, já que desde o início do conflito em outubro de 2023, apenas algumas centenas conseguiram sair, principalmente por terra. A embaixada brasileira em Tel Aviv está identificando quem deseja deixar o país e recomenda que os brasileiros utilizem meios próprios para sair, especialmente pelas fronteiras terrestres. O governo brasileiro já havia emitido um alerta desaconselhando viagens à região e continua a monitorar a situação.
O Itamaraty está acompanhando a reabertura do espaço aéreo em Israel, permitindo que brasileiros deixem o país por voos comerciais. Essa mudança ocorre em meio a um acordo de cessar-fogo com o Irã, mediado pelos Estados Unidos, e suspende a necessidade de repatriação imediata.
Com a retomada das operações nos aeroportos israelenses, a expectativa é que não haja necessidade momentânea de um voo especial para retirar cidadãos brasileiros. Diplomatas informam que, desde o início do conflito em outubro de 2023, poucas centenas de brasileiros conseguiram sair do país, principalmente por vias terrestres. Entre eles, uma comitiva de políticos deixou Israel pela fronteira com a Jordânia.
A embaixada brasileira em Tel Aviv está identificando os cidadãos que desejam sair do país. Esse levantamento faz parte de um planejamento para uma possível repatriação. O ministério de Relações Exteriores também sugeriu que os brasileiros optassem por deixar Israel por meios próprios e pelas fronteiras terrestres.
Desde o ataque do Hamas a Israel, o governo brasileiro emitiu um alerta consular desaconselhando viagens à região. A situação continua a ser monitorada, e a embaixada permanece atenta às necessidades dos cidadãos brasileiros que ainda estão no país.
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