O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou a importância do decreto que aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), publicado em junho, para equilibrar o orçamento do governo. A ministra Gleisi Hoffmann também apoiou a manutenção do decreto, alertando que sua revogação poderia levar a cortes em programas sociais e investimentos. A proposta para suspender o decreto foi discutida na Câmara dos Deputados, onde enfrenta resistência, já que muitos não querem o aumento de impostos. Para compensar a possível perda de arrecadação, o governo já criou uma Medida Provisória que aumenta outros tributos, mas essas mudanças também estão encontrando dificuldades no Legislativo.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reiterou nesta quarta-feira (25) a importância do decreto que aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), publicado em junho. A medida, considerada essencial pela equipe econômica, visa equilibrar o orçamento e cumprir a meta fiscal do governo.
A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também defendeu a manutenção do decreto. Ela alertou que a sua revogação resultaria em bloqueios orçamentários que afetariam programas sociais e investimentos. “É hora de pensar primeiro no país, que precisa continuar crescendo e buscando justiça social e tributária”, afirmou Gleisi.
A proposta para suspender o decreto foi pautada na Câmara dos Deputados, surpreendendo o governo. O presidente da Câmara, Hugo Motta, trouxe à tona a discussão, que enfrenta resistência legislativa devido ao aumento de tributos. O requerimento para derrubar o decreto, que teve forte apoio no parlamento, está em debate.
Para compensar a perda de arrecadação com a possível suspensão do aumento do IOF, a equipe econômica já havia implementado uma Medida Provisória que eleva outros tributos, como os juros sobre capital próprio das empresas e a tributação de criptoativos. Essas novas medidas também enfrentam resistência no Legislativo, complicando ainda mais o cenário fiscal do governo.
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