A CPI do INSS foi criada para investigar problemas no sistema previdenciário e os partidos estão escolhendo seus representantes. O presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que a relatoria ficará com alguém de sua confiança, o que desagrada o PL, que queria um relator da oposição. O PSD e o PP já escolheram seus representantes, enquanto o PL enfrenta uma disputa interna por vagas. O PL, que já havia desistido da relatoria, agora busca nomes como Mendonça Filho e Evair de Melo. O presidente do PP, Ciro Nogueira, afirmou que a escolha deve ser de um nome de centro, sem viés extremista. A relatoria é importante porque o relator escreve o relatório final e pode influenciar a investigação. O Senado vai escolher quem presidirá a CPI, e Davi Alcolumbre está tentando que Omar Aziz do PSD seja o presidente. O PL tem direito a seis vagas, mas há 11 parlamentares querendo participar. Entre os nomes do PL estão Bia Kicis, Coronel Fernanda, Zé Trovão e Nikolas Ferreira. O PT-PCdoB-PV já garantiu uma vaga com Paulo Pimenta, e Orlando Silva ocupará uma suplência. Menos de um dia após a abertura da CPI, o PSD escolheu Sidney Leite como titular e Carlos Sampaio como suplente, enquanto o PP definiu Esperidião Amin como titular e Luiz Carlos Heinze como suplente.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou que a relatoria da CPI do INSS será atribuída a alguém de sua confiança, com perfil “equilibrado”. Essa decisão frustra o PL, que desejava um relator oposicionista. O PSD e o PP já definiram seus representantes, enquanto o PL enfrenta uma disputa interna por vagas.
O PL, que anteriormente desistiu da relatoria, agora busca nomes como Mendonça Filho (União-PE) e Evair de Melo (PP-AL). O presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), descartou a possibilidade de um correligionário ser escolhido. Segundo Nogueira, a escolha de Motta deve priorizar um nome de centro, sem inclinações extremistas. Ele afirmou que, se solicitado, o partido indicará um nome, mas não há expectativa de que a escolha favoreça a oposição.
A relatoria é crucial, pois o relator tem a responsabilidade de elaborar o relatório final e pode influenciar os rumos da investigação. A presidência da CPI ficará a cargo de um indicado pelo Senado, com Davi Alcolumbre (União-AP) trabalhando para que Omar Aziz (AM), do PSD, ocupe o cargo. O PL, que terá direito a seis vagas na CPI, enfrenta uma competição interna intensa, com 11 parlamentares solicitando posições.
Entre os nomes cogitados pelo PL estão as deputadas Bia Kicis (DF) e Coronel Fernanda (MT), além dos deputados Zé Trovão (SP) e Nikolas Ferreira (MG). Na federação PT-PCdoB-PV, Paulo Pimenta (RS) já garantiu uma das vagas, enquanto a segunda ainda está indefinida. O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) ocupará uma das suplências.
Menos de 24 horas após a leitura do requerimento para a abertura da CPI, os partidos começaram a indicar seus representantes. O PSD escalou Sidney Leite (AM) como titular e Carlos Sampaio (SP) como suplente, ambos com histórico de atuação em resposta a irregularidades no INSS. O PP já definiu seus representantes no Senado, com Esperidião Amin (SC) como titular e Luiz Carlos Heinze (RS) como suplente.
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