O presidente Lula vai anunciar que os moradores da Favela do Moinho, em São Paulo, poderão participar do programa Compra Assistida, que faz parte do Minha Casa Minha Vida. O evento será no Armazém do MST e não contará com a presença do governador Tarcísio de Freitas. Os moradores poderão escolher imóveis de até R$ 250 mil, com o governo federal oferecendo R$ 180 mil e o governo estadual R$ 70 mil. As famílias que ganham até R$ 4.700 por mês poderão escolher casas em qualquer cidade do estado. Enquanto aguardam a formalização dos contratos, terão direito a um aluguel social de R$ 1.200. A cerimônia foi mudada de local por questões de segurança e a ausência do governador se deve a um compromisso em outro evento. Essa situação reflete as tensões políticas em torno do programa habitacional e dos moradores da favela.
O presidente Lula (PT) anunciará nesta quinta-feira (26) a inclusão dos moradores da Favela do Moinho no programa Compra Assistida, parte do Minha Casa Minha Vida. O evento ocorrerá no Armazém do MST, em São Paulo, e não contará com a presença do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O programa, que inicialmente visava ajudar famílias afetadas por enchentes no Rio Grande do Sul, agora permitirá que os moradores da favela escolham imóveis de até R$ 250 mil. As famílias que recebem até R$ 4.700 mensais poderão optar por residências em qualquer cidade do estado. O governo federal financiará R$ 180 mil e o governo paulista, R$ 70 mil.
As famílias poderão consultar uma lista de imóveis disponibilizada pela Caixa Econômica Federal ou buscar opções por conta própria. Enquanto os contratos não forem formalizados, os beneficiários terão direito a um aluguel social de R$ 1.200 mensais. O acordo entre os governos foi firmado em maio, após conflitos entre os moradores e a gestão estadual, que havia implementado um plano de reassentamento na área.
Mudança de Local e Ausência do Governador
A cerimônia, que inicialmente seria realizada na própria favela, foi transferida para o Armazém do MST por questões de segurança. A presença de Tarcísio se tornou inviável, uma vez que o movimento enfrenta resistência entre setores bolsonaristas. O Palácio dos Bandeirantes justificou a ausência do governador, afirmando que ele já tinha compromisso em outro evento de habitação social em São Bernardo do Campo.
A simultaneidade dos eventos gerou desconforto na Presidência, especialmente considerando que Lula e Tarcísio são vistos como possíveis adversários nas eleições presidenciais de 2026. A mudança de local e a ausência do governador refletem as tensões políticas em torno do programa habitacional e a situação dos moradores da Favela do Moinho.
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