Parlamentares do PSOL pediram ao ministro Alexandre de Moraes que suspenda as ações violentas da prefeitura de São Paulo contra pessoas em situação de rua, especialmente na Cracolândia. Eles afirmam que a gestão de Ricardo Nunes (MDB) está desrespeitando decisões judiciais sobre a política para essa população. O ofício menciona o uso excessivo da força pela Guarda Civil Metropolitana, incluindo agressões e gás de pimenta em operações recentes, que os parlamentares consideram violação de direitos humanos. Além disso, eles questionam a ordem de despejo do Teatro de Contêiner Mungunzá, que a prefeitura quer desocupar para um programa habitacional, argumentando que isso ataca os direitos culturais. Os deputados pedem que Moraes suspenda a ordem de desocupação e que o município seja multado diariamente se as ações violentas continuarem. O documento é assinado por Luciene Cavalcante, Carlos Giannazi e Celso Giannazi, e destaca que as ações da prefeitura fazem parte de uma política de repressão mais ampla.
Parlamentares do PSOL acionaram o ministro Alexandre de Moraes, solicitando a suspensão de ações violentas da prefeitura de São Paulo contra pessoas em situação de rua, especialmente na Cracolândia. O pedido se baseia em alegações de que a gestão de Ricardo Nunes (MDB) estaria desrespeitando decisões judiciais relacionadas à política nacional para essa população.
O ofício enviado a Moraes destaca o uso excessivo da força pela Guarda Civil Metropolitana, incluindo agressões e o uso de gás de pimenta em operações recentes. Imagens captadas no dia 13 mostram a brutalidade das ações, que, segundo os parlamentares, configuram práticas higienistas e violação de direitos humanos.
Além disso, o grupo questiona a ordem de despejo do Teatro de Contêiner Mungunzá, um espaço cultural no Centro de São Paulo. A prefeitura notificou a companhia artística para desocupar o local, alegando que será utilizado para um programa habitacional. Os deputados argumentam que essa remoção é um ataque aos direitos culturais e à função social da propriedade pública.
Os parlamentares pedem que Moraes determine a imediata suspensão da ordem de desocupação do teatro e que uma multa diária seja imposta ao município caso as ações violentas continuem. O documento é assinado pelos deputados Luciene Cavalcante e Carlos Giannazi, além do vereador Celso Giannazi, e ressalta que as ações da prefeitura estão interligadas a uma política mais ampla de repressão.
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