O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, não aceitou o pedido para adiar a acareação entre o ex-ministro Walter Braga Netto e o tenente-coronel Mauro Cid, que está marcada para a próxima terça-feira. A defesa de Braga Netto queria mudar a data porque o advogado José Luis Oliveira está fora do país, mas Moraes disse que o réu tem seis advogados disponíveis. Ele ressaltou que a falta de um advogado não impede a defesa, pois outros profissionais podem participar da audiência. A acareação foi solicitada pela defesa e acontece no contexto de investigações sobre um suposto plano golpista envolvendo Braga Netto e outros militares. O ex-ministro está preso no Rio de Janeiro desde dezembro de 2022. Recentemente, Mauro Cid afirmou que Braga Netto lhe entregou dinheiro para o plano, enquanto Braga Netto negou a acusação. Também houve desentendimentos entre os dois sobre uma reunião que ocorreu na casa de Braga Netto em novembro de 2022, com a presença de outros militares investigados.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou o pedido de adiamento da acareação entre o ex-ministro Walter Braga Netto e o tenente-coronel Mauro Cid, agendada para a próxima terça-feira. A defesa de Braga Netto solicitou a mudança de data, pois o advogado José Luis Oliveira estaria fora do país. Moraes, no entanto, destacou que o réu conta com seis advogados disponíveis para representá-lo.
O ministro afirmou que a ausência de um advogado não configura cerceamento de defesa, uma vez que outros profissionais da equipe podem atuar na audiência. A acareação foi marcada após um pedido da defesa e ocorre em meio a investigações sobre um suposto plano golpista que envolve Braga Netto e outros militares. O ex-ministro está preso preventivamente no Rio de Janeiro desde dezembro de 2022.
Na semana passada, durante os interrogatórios, Mauro Cid reiterou que Braga Netto lhe entregou dinheiro destinado ao plano golpista, enquanto o ex-ministro negou a acusação. Além disso, surgiram divergências entre os dois sobre o conteúdo de uma reunião realizada na casa de Braga Netto em novembro de 2022, que contou com a presença de outros militares investigados.
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