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Ministro adia vigência de portaria sobre feriados após pressão de Motta

Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, adia portaria sobre funcionamento do comércio em feriados para março de 2026 após pressão do Congresso.

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O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, decidiu adiar a nova regra que limita o funcionamento do comércio e serviços em feriados para março de 2026. Essa decisão veio após pressão do Congresso e um ultimato do presidente da Câmara, Hugo Motta, que pediu um acordo sobre o assunto. A regra original exigia que os setores só pudessem abrir em feriados com negociação com sindicatos ou autorização municipal. A articulação no Congresso estava tentando revogar essa portaria, mas o deputado Luiz Gastão, que propôs a revogação, pediu para retirar a proposta de pauta. Durante uma reunião, Marinho foi alertado sobre a pressão dos parlamentares e, após essa conversa, decidiu adiar a portaria para evitar mais problemas para o governo Lula. A mensagem oficial será enviada ao Congresso confirmando que a regra só começará a valer em 2026.

Pressionado pelo Congresso, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, decidiu adiar a vigência da portaria que restringe o funcionamento do comércio e serviços em feriados. A nova data de início será em março de 2026. A medida foi tomada após um ultimato do presidente da Câmara, Hugo Motta, que exigiu um acordo sobre o tema.

A portaria original exigia que os setores do comércio e serviços só pudessem operar em feriados mediante negociação com sindicatos ou autorização municipal. A articulação no Congresso visava a votação de um projeto que poderia revogar essa portaria. O deputado Luiz Gastão, autor do projeto, chegou a solicitar a retirada da proposta de pauta, mas a sinalização de um possível acordo não se concretizou.

Durante uma reunião no gabinete de Motta, Marinho foi informado sobre a pressão dos parlamentares. O presidente da Câmara deixou claro que, sem um entendimento, a matéria seria levada ao plenário. Após essa conversa, Marinho comunicou a Gastão que a portaria seria adiada, evitando assim uma nova derrota para o governo Lula.

A decisão de adiar a vigência da portaria reflete a necessidade de um consenso entre o Executivo e o Legislativo, em um momento de tensão política. A mensagem oficial será enviada ao Congresso, confirmando que os termos da portaria só entrarão em vigor em 2026.

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