A Guarda Revolucionária do Irã atacou um centro do Mossad em Tel Aviv, aumentando as tensões no conflito que já dura cinco dias. O ataque, que causou explosões em Tel Aviv e Jerusalém, foi visto como uma resposta aos bombardeios israelenses. A Guarda Revolucionária afirmou ter realizado uma série de ataques com drones e mísseis, prometendo continuar até o amanhecer. Em resposta, Israel bombardeou alvos no Irã, incluindo locais de armazenamento de mísseis e um centro de comando em Teerã, resultando na morte de Ali Shadmani, chefe do Estado-Maior do Irã. Desde o início do conflito, 220 iranianos e 24 israelenses morreram, incluindo líderes militares e cientistas. A situação levou a uma evacuação de estrangeiros do Irã, com mais de 600 cidadãos de 17 países deixando o país. Líderes do G7 pediram um fim às hostilidades e para que o Irã retorne às negociações sobre seu programa nuclear, enquanto o presidente dos EUA destacou a necessidade de um fim real ao conflito. A escalada militar continua, com ambos os lados se preparando para novos confrontos.
A Guarda Revolucionária do Irã anunciou um ataque a um centro do Mossad em Tel Aviv, intensificando o conflito que já dura cinco dias. O ataque, que resultou em explosões em Tel Aviv e Jerusalém, foi descrito pela TV estatal iraniana como uma ação em resposta aos bombardeios israelenses.
Na manhã de hoje, a Guarda Revolucionária declarou que lançou a nona salva de ataques combinados de drones e mísseis, visando posições estratégicas em Israel. O general Kiyumars Heidari, comandante das forças terrestres iranianas, afirmou que os ataques continuarão “sem interrupção até o amanhecer”.
Em retaliação, Israel bombardeou alvos no Irã, incluindo infraestruturas de armazenamento de mísseis e um centro de comando em Teerã. O Exército israelense confirmou a morte de Ali Shadmani, chefe do Estado-Maior do Irã, durante um ataque noturno. Shadmani era considerado próximo do líder supremo, Ali Khamenei.
Desde o início do conflito, 220 iranianos e 24 israelenses perderam a vida, incluindo altos comandantes e cientistas do programa nuclear iraniano. A situação levou a um aumento na evacuação de estrangeiros do Irã, com mais de 600 cidadãos de 17 países cruzando a fronteira para o Azerbaijão.
Reações Internacionais
Líderes do G7, reunidos no Canadá, pediram uma desescalada das hostilidades no Oriente Médio. A declaração conjunta exortou o Irã a retornar às negociações sobre seu programa nuclear e reafirmou o direito de Israel à autodefesa. O presidente dos EUA, Donald Trump, destacou a necessidade de um “fim real” para o conflito, não apenas um cessar-fogo.
Enquanto isso, a escalada militar continua, com ambos os lados se preparando para novos confrontos. A situação permanece tensa, refletindo a complexidade das relações entre Israel e Irã e suas implicações regionais.
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