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Pete Hegseth discute informações sigilosas do Pentágono em aplicativo de mensagens

Escândalo envolvendo Pete Hegseth revela uso impróprio do Signal para discutir operações militares, aumentando a pressão política sobre a segurança nacional.

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O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, usou o aplicativo Signal para discutir assuntos do Pentágono de maneira mais ampla do que se sabia. Ele compartilhou informações sensíveis em pelo menos doze conversas, incluindo pedidos para que assessores informassem governos estrangeiros sobre operações militares. Um de seus assessores, o coronel da Marinha Ricky Buria, divulgou detalhes sobre um ataque no Iémen em um grupo do Signal que incluía familiares de Hegseth. Esse caso veio à tona após o editor-chefe da revista The Atlantic, Jeffrey Goldberg, relatar que teve acesso a segredos militares americanos por engano em um grupo do aplicativo. Após essa revelação, políticos democratas pressionaram por mudanças na segurança nacional e pediram a renúncia de Hegseth e de Mike Waltz, que era conselheiro de segurança nacional. O uso do Signal para discutir informações sigilosas e o papel de Buria na divulgação de dados não tinham sido mencionados antes. Recentemente, Waltz foi transferido para um cargo menos relevante na ONU.

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, está no centro de um escândalo por usar o aplicativo Signal para discutir assuntos oficiais do Pentágono. Informações reveladas pelo jornal The Wall Street Journal indicam que Hegseth compartilhou dados sensíveis em pelo menos doze conversas.

Entre os tópicos discutidos, estão operações militares e aparições na mídia. Em uma situação específica, Hegseth teria solicitado a assessores que informassem governos estrangeiros sobre operações em andamento. O coronel da Marinha Ricky Buria, assessor de Hegseth, é mencionado como responsável por divulgar detalhes sobre um ataque dos EUA a rebeldes houthis no Iémen.

Pressão Política

A revelação do uso inadequado do Signal aumentou a pressão sobre os serviços de inteligência dos EUA. Políticos democratas exigem a renúncia de Hegseth e de Mike Waltz, ex-conselheiro de segurança nacional, acusando-os de incompetência. O caso foi inicialmente exposto pelo editor-chefe da revista The Atlantic, Jeffrey Goldberg, que teve acesso a segredos militares após ser incluído em um grupo do Signal por engano.

Goldberg destacou que a comunicação entre autoridades do governo americano era inapropriada e possivelmente ilegal. O uso do Signal para discutir informações sigilosas e a configuração que exclui mensagens após um curto período levantam preocupações sobre a violação da lei federal de registros.

Consequências

O governo Trump anunciou a saída de Waltz do cargo de conselheiro de segurança nacional, sendo realocado para uma posição de menor relevância na Organização das Nações Unidas. O escândalo continua a repercutir, com implicações significativas para a segurança nacional e a gestão de informações sensíveis nos EUA.

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