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Superiores de ordens religiosas femininas se reúnem em Roma antes do conclave papal

Quase 900 líderes de ordens religiosas femininas se reúnem em Roma, clamando por continuidade na inclusão das mulheres na Igreja.

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Quase 900 líderes de ordens religiosas femininas se reuniram em Roma para discutir o futuro da Igreja Católica, pedindo que o próximo papa continue a promover a inclusão das mulheres, uma iniciativa que começou com o Papa Francisco. Durante o encontro, a presidente do grupo, irmã Mary Barron, pediu que as religiosas rezem para que os cardeais façam a escolha certa e mantenham viva a visão de renovação da Igreja. Embora as mulheres não possam votar na eleição do papa, elas expressaram a esperança de que o novo líder continue a nomear mulheres para cargos de liderança. A irmã Nathalie Becquart, que foi a primeira mulher a ocupar um cargo importante no Vaticano, destacou a importância de ouvir as vozes femininas na Igreja. As participantes discutiram temas como guerras, migração e desigualdade econômica, enfatizando a necessidade de uma Igreja que atenda aos mais marginalizados. Apesar dos desafios, as irmãs acreditam que suas contribuições são essenciais e que a presença feminina é vital para a evangelização.

Quase 900 superiors de ordens religiosas femininas se reuniram em Roma para discutir o futuro da Igreja Católica, em um evento que ocorre simultaneamente ao conclave que escolherá o sucessor do Papa Francisco. A reunião, promovida pela União Internacional de Superiores Gerais, visa garantir que a visão de inclusão e renovação iniciada por Francisco continue.

Sister Mary Barron, presidente do grupo, pediu que as religiosas e as mais de 650 mil freiras em todo o mundo orem para que os cardeais façam a escolha certa. Ela enfatizou a necessidade de manter viva a chama da renovação da Igreja. A presença de líderes femininas, como Sister Nathalie Becquart, primeira mulher a ocupar um cargo de sub-secretária no Vaticano, é vista como um sinal de que as mulheres podem assumir papéis de decisão.

Durante a assembleia, as participantes discutiram temas como guerras, migração, tráfico humano e desigualdade econômica. Delphine Kalisha, das Irmãs da Misericórdia, expressou esperança de que o novo papa continue a promover mulheres em posições de liderança, afirmando que isso traz esperança para a Igreja.

Sister Becquart destacou que as freiras desejam ser ouvidas e valorizadas, afirmando que todos, independentemente do cargo, devem ser protagonistas na missão da Igreja. A assembleia também abordou o papel das ordens religiosas em ministérios públicos, como educação e saúde, ressaltando a importância do trabalho social da Igreja.

Barron conclamou as irmãs a sonhar com um futuro que reflita o amor de Deus, citando poetas como Emily Dickinson e Maya Angelou. O evento é um marco na busca por uma Igreja mais inclusiva, onde a voz feminina é cada vez mais reconhecida e valorizada.

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