O cardeal Pierbattista Pizzaballa, patriarca de Jerusalém e um dos favoritos para suceder o papa Francisco, se ofereceu como refém ao Hamas para ajudar na libertação de crianças israelenses. Ele condenou as ações do grupo, chamando-as de “bárbaras”, e pediu paz na região. Pizzaballa também assinou uma declaração sobre a crise humanitária em Gaza, criticando ataques a civis e o bloqueio israelense que impede a entrada de ajuda. O conclave para escolher o novo papa acontecerá em 7 de maio.
O cardeal Pierbattista Pizzaballa, patriarca de Jerusalém e um dos favoritos para suceder o papa Francisco, que faleceu recentemente, se ofereceu como refém ao Hamas. A proposta visa a libertação de crianças israelenses. Pizzaballa, de 60 anos, condenou as ações do grupo extremista, classificando-as como “bárbaras” e clamou por paz na região.
Além disso, o cardeal assinou uma declaração sobre a crise humanitária em Gaza, que critica os ataques a civis e o bloqueio israelense que impede a entrada de ajuda humanitária. Em sua trajetória, Pizzaballa tem se mostrado um líder equilibrado, defendendo tanto a paz quanto o fim da ocupação israelense em Gaza.
O conclave para a escolha do novo papa está agendado para 7 de maio. A data foi definida durante a quinta Congregação Geral, a primeira reunião entre os cardeais após o funeral de Francisco. Não há um prazo determinado para a duração do conclave, que pode variar de dias a semanas, como demonstrado em eventos anteriores.
Pizzaballa, que se tornou cardeal há apenas dois anos, é o segundo papável mais jovem. Ele acredita que a Igreja deve ser inclusiva, mas ressalta que “não deve pertencer a todos”. Sua visão, embora conservadora, reflete uma abertura para os desafios contemporâneos enfrentados pela Igreja Católica.
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