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Governadores enfrentam críticas por silêncio sobre anistia após ato em São Paulo

A falta de apoio à anistia irrita aliados de Bolsonaro, que criticam governadores por hesitarem em confrontar o STF. A pressão aumenta.

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A falta de apoio à anistia no Brasil está gerando descontentamento entre os aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. Recentemente, o presidente da Câmara, Hugo Motta, adiou a votação do projeto, o que irritou o grupo de Bolsonaro. Eles criticam governadores que participaram de um ato em São Paulo em defesa da anistia, mas que não estão se posicionando claramente a favor do projeto. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que já havia falado em eventos anteriores, é um dos que mais incomodam os bolsonaristas com seu silêncio. Outros governadores, como Ronaldo Caiado de Goiás e Ratinho Júnior do Paraná, também estão sendo questionados por não se oporem ao Supremo Tribunal Federal sobre a anistia.

A falta de apoio público à anistia no Brasil tem gerado descontentamento entre os aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. Recentemente, o presidente da Câmara, Hugo Motta, travou a votação da urgência do projeto, o que intensificou as críticas ao silêncio de governadores, como Tarcísio de Freitas (São Paulo).

Os governadores que participaram de um ato em São Paulo em apoio à anistia, convocado por Bolsonaro, estão sendo cobrados por sua falta de ação. Tarcísio de Freitas, que discursou em eventos anteriores, é um dos que mais incomodam os bolsonaristas com sua hesitação em confrontar o Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o tema.

Além de Tarcísio, outros governadores, como Ronaldo Caiado (Goiás) e Ratinho Júnior (Paraná), também enfrentam críticas. Caiado busca reaproximação com Bolsonaro, enquanto Ratinho Júnior teve um encontro com o ex-presidente antes do ato em São Paulo. A percepção é que eles não estão dispostos a se envolver em uma disputa com o STF.

A situação reflete uma divisão crescente entre os apoiadores de Bolsonaro, que esperam uma postura mais firme em relação à anistia, e os governadores que preferem evitar conflitos com o Judiciário. Essa dinâmica pode impactar as futuras alianças políticas e a corrida presidencial de 2026.

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